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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ALERTA NO NORTE

Inspira cuidados o governo da petista Ana Julia Carepa, no Pará. Cercada por denúncias de superfaturamento dos kits escolares, a governadora segura o quanto pode a Secretária de Educação Iracy Gallo Ritzman, alvo das denúncias.

Carepa enfrenta ainda uma aliança de alto custo com o PMDB, controlado por Jader Barbalho. Quanto mais frágil fica o governo petista, mais Barbalho amplia a fatura.

O PC do B, outro aliado, reivindica espaço ampliado no governo estadual. Os comunistas já controlam a máquina da Secretaria de Patrimônio da União, na cota do governo federal.

Para completar o caldo da crise, as disputas internas do PT transbordaram para a Assembléia Legislativa, onde parlamentares petistas de tendências adversárias à de Carepa pedem a cabeça da secretária Iracy Ritzman.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

SÁBADO TEM JAZZ NO "DA GEMA"

O projeto musical "Jazz da Gema" recebe MANINHO QUADROS & BANDA no sábado (8), às 22 horas, no restaurante Da Gema, na avenida dos Holandeses (Ponta do Farol).

Leia a resenha de Celijon Ramos:

O artista está na estrada desde 1981 e já participou de momentos importantes da música maranhense e de outros estados, seja como sideman ou como protagonista.

É grande a lista de músicos que Maninho já acompanhou, fato que realça a excelente qualidade técnica do instrumentista.

Mas, por já ter tido o privilégio de ouvi-lo tocar bem de pertinho, prefiro chamar atenção para a execução primorosa, sinuosa, mas limpa, que Maninho produz na sua guitarra.


O que se evidencia desse toque, sutil quando pertinente e enérgico quando necessário, é a influência direta de Wes Montgomery.

A comparação não é exagerada, principalmente, pela importância que Wes tem para o desenvolvimento da guitarra no jazz.

Basta ficar atento ao que Maninho toca para se perceber claramente sua filiação ao grande mestre. Vale a pena ouvir as linhas melódicas que o guitarrista desenvolve com tanta fluidez.

Quadros será acompanhado por sua banda (saxofone, bateria e contrabaixo) e apresentará temas de jazz, entretanto, também prometeu rearranjar canções da bossa nova que serão interpretadas ao seu modo.

Ou seja, com muito improviso, transformando outros estilos em puro jazz.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

FLÁVIO DINO: “MARANHÃO PRECISA DE RENOVAÇÃO”

ENTREVISTA PUBLICADA NO BLOGUE DO JORNALISTA ROBERTO KENARD http://robertokenard.blog.uol.com.br/ E NO JORNAL “DIÁRIO DA MANNHÔ

DIA 02/08/2009 (domingo)


FLAVIO DINO: "MARANHÃO PRECISA DE RENOVAÇÃO"

Flávio Dino , 41 anos, é casado e tem dois filhos. Maranhense, advogado e professor da UFMA, atualmente licenciado. Exerce o mandato de deputado federal desde 2007. Tem sido avaliado por instituições como o DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) e Arko Advice, bem como pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional, como um dos melhores deputados do Brasil. Integra a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e é vice-líder do bloco parlamentar PSB/PCdoB/PMN/PRB. Foi juiz federal entre 1994 e 2006. Presidiu a Associação Nacional dos Juízes Federais.

Diário da Manhã – O Sr. disse, em seu blog, que não entra em campanha contra a corrupção genérica. O que vem a ser isso?

Flávio Dino – São campanhas falsamente moralistas, inspiradas no velho udenismo, que surgem de tempos em tempos para que objetivos partidários sejam atendidos. Por exemplo, não concordo com as generalizações contra os políticos, que acabam resultando numa aversão à política de um modo geral. Isso só interessa a quem não quer mudar a política. Uma coisa é a punição dos maus políticos, absolutamente necessária, outra é a “criminalização” da política. Por isso reproduzi no meu blog o que considero uma boa agenda, concreta e factível, para enfrentamento da corrupção, com seriedade e espírito autenticamente republicano.

DM – Como o Sr. está observando a chamada crise no Senado?

FD – Tudo isso é profundamente lamentável, inclusive porque dificulta o funcionamento do Congresso Nacional. Leis importantes estão sendo deixadas de lado, com prejuízos para a sociedade. Espero que nessa retomada dos trabalhos legislativos, a partir de amanhã, os senadores encontrem uma solução, evidentemente com o prosseguimento das investigações necessárias.

DM – Em artigo nesta sexta-feira, na Folha de S. Paulo, o deputado Gabeira disse que passamos pela primeira onda: democratização, política econômica realista e generosa política social. E que deveríamos trazer ao debate uma segunda onda: a da transparência, que incluiria, entre outras coisas, o fim das campanhas apoiadas por fisiologistas. O que o Sr. acha da proposta?

FD – Concordo que avançamos muito nos itens apontados: democracia política, estabilidade econômica e a consolidação de políticas sociais. Mas, nacionalmente, também enxergo muitos avanços no que se refere à transparência na gestão do dinheiro público, com grande destaque para a atuação do Ministério Público, da Polícia e da CGU. Progressivamente os dados da movimentação do dinheiro público estão indo para a Internet. Sem dúvida precisamos aprimorar e estender mecanismos de controle social e participação popular. Mas não devemos colocar essa agenda na frente de outras, como a melhoria da distribuição de renda no Brasil, ainda profundamente injusta.

DM – Com o Governo Lula, grande parte dos Estados do Norte e do Nordeste saiu da condição de atraso econômico e social. O Maranhão não aproveitou e lá se vai mais uma década perdida, praticamente. Os políticos maranhenses não têm jeito?

FD – Realmente você tem razão, poderíamos ter avançado mais. Apenas para citar um exemplo, basta verificar a quantidade de casas construídas, muito abaixo do que seria possível, considerando as várias políticas disponíveis na Caixa. Isso geraria qualidade de vida e empregos. A política maranhense tem jeito sim, outros Estados já passaram por momentos ruins e conseguiram melhorar os indicadores sociais e implantar projetos de desenvolvimento. Não há mágica, é uma questão de querer fazer e saber fazer.

DM – Não se fala em outra coisa: Flávio Dino será candidato a governador em 2010. Já está decidido?

FD – Não está decidido ainda. Ser candidato a governador não é um projeto individual. Fico muito honrado com a lembrança e com a defesa que muitos têm feito do meu nome. Temos até o início de 2010 para decidir. Estou viajando muito e participando de reuniões para ouvir lideranças de vários segmentos. A principal característica de um bom político não é saber falar, é saber ouvir.

DM – Em recente passagem pela cidade de Caxias, o Sr. discursou como oposição ao grupo Sarney. Será esse o tom da campanha em 2010?

FD – Não disse nada de diferente do que disse na campanha municipal de 2008. O Maranhão precisa de renovação, de novos projetos, de novas lideranças. Esse discurso de que só tem dois lados na política maranhense tem cheiro de passado e não leva a mudanças reais. É um discurso conservador, portanto. O Maranhão precisa olhar para frente, para o futuro. Me posiciono com independência, dialogando com outras forças e buscando a formação de um bloco político que apresente um programa de mudanças, com alguns objetivos fundamentais: desenvolvimento econômico, distribuição de riqueza, melhoria dos nossos indicadores sociais, cumprimento das leis, boa aplicação do dinheiro público e participação popular.

DM – Como o Sr. tem acompanhado a administração da cidade de São Luís?

FD – Qual administração? Seis meses se passaram e nem o básico é feito: tapar os buracos e manter a cidade limpa. Na saúde permanece o caos. Não há transparência administrativa. O trânsito piora a cada dia, prejudicando sobretudo os mais pobres que passam horas presos em engarrafamentos. Nenhuma promessa sequer começou a ser cumprida: Bom Preço, fardamento gratuito, hospital do Angelim, computador de graça. Até os pés de carnaúba estão morrendo. Mas sou um otimista e tenho fé em Deus que a administração Castelo vai melhorar. Continuo à disposição para colaborar em favor da nossa cidade.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O PED 2009 E AS OLIGARQUIAS DO MARANHÃO

por Marlon Botão

O Processo de Eleições Diretas (PED) para os diretórios do PT em todo o Brasil, que acontecerá em novembro de 2009, será muito importante na definição do caminho que o partido seguirá em 2010, na construção das alianças e definição das candidaturas, principalmente as majoritárias (governador, senador e presidente).

Mas, além disso, está a possibilidade de o maior partido de esquerda da América Latina desfigurar-se de vez no Maranhão, se seguir os atalhos que algumas “personalidades” do PT local estão querendo para garantir os seus projetos pessoais.

A política para esta gente é meio de vida, assim como é para qualquer outro político tradicional.

Com a anuência das referidas “personalidades”, as oligarquias maranhenses carcomidas estão diretamente envolvidas no PED 2009.

Querem a blindagem do que ainda resta de moralidade e respaldo social neste Estado, buscando reestruturar seus alicerces a qualquer custo.

O grupo oligárquico de volta ao Governo do Estado e os dissidentes que estavam no poder e foram golpeados com a cumplicidade da Justiça Eleitoral disputam o território petista, tentando cooptar o maior número de dirigentes para levar o PT a reboque.

É neste cenário de disputa que chamo a atenção de todos os petistas do nosso Estado, clamando pela formação de um levante em defesa do nosso partido, contra a intromissão da oligarquia Sarney e dos dissidentes tucano-jackcistas.

Integramos um partido que nasceu com formação de classe e hoje é popular e de massa, mas que não pode perder a sua essência transformadora, que tem como princípios fundamentais a dignidade, a seriedade e a transparência.

Entendemos a política como extensão da vida e não como meio de sobrevivência. No nosso partido não se faz política para ficar rico. Só os corruptos enriquecem através da política.

O Partido dos Trabalhadores é um patrimônio de todos nós que acreditamos numa proposta de conquistas coletivas, que mantém o PT vivo, sempre lutando rumo à construção de uma sociedade justa, fraterna e com oportunidades para uma vida decente para todos.

Aguardemos as apresentações das teses e os debates, para cobrar e não deixar que o nosso partido acabe de vez do Maranhão.

Viva o Partido dos Trabalhadores. Fora as oligarquias.


Marlon Botão é Relações Públicas e dirigente do PT de São Luís.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

LULA CANCELA VIAGEM AO MARANHÃO

O presidente Lula não virá ao Maranhão na quinta-feira 6 para visitar a usina hidrelétrica de Estreito, próximo a Imperatriz.

Oficialmente, Lula cancelou a viagem para receber o presidente da Colômbia Álvaro Uribe.

Porém, o motivo mais provável do cancelamento é a crise no Senado. Lula já se expôs demais defendendo José Sarney.

Vir ao Maranhão nessas circunstâncias, quando reabrem os trabalhos no Congresso Nacional, seria um novo fato desgastante para o presidente.

Lula viria ao sudoeste do Maranhão nas pré-campanhas de Dilma Roussef à presidência da República e de Roseana Sarney ao governo do Maranhão em 2010.

Obviamente que o tema Sarney viria à tona. Lula preferiu falar em espanhol com Uribe.

domingo, 2 de agosto de 2009

QUASE UNAMIMIDADE

Uma opinião é predominante na cidade de Barreirinhas: a administração do prefeito Miltinho Dias (PT) é péssima.

Esta avaliação é dos garçons, donos de pousadas, guias de turismo, motoristas, comerciantes etc.

Basta andar pela cidade e perceber o estado de abandono das ruas, praças e calçadas.

Na zona rural, diz o povo, a situação está pior.