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quinta-feira, 15 de abril de 2010

DIMAS ESTRÉIA NO PORTAL IMIRANTE

O advogado, professor e empresário do ensino superior Dimas Salustiano, filiado ao PC do B, é o mais novo colunista do portal imirante.com

UM VICE DA CNB NA CHAPA DE FLÁVIO DINO

Cresce no PT a idéia de apresentar um nome da tendência Construindo um Novo Brasil (CNB) como pré-candidato a vice-governador na coligação com o PC do B e o PSB.

Outrora controlada pelo deputado federal Washington Oliveira (PT), a CNB tem vozes discordantes em relação a um alinhamento com o PMDB no Maranhão.

Vários militantes e dirigentes da tendência de Oliveira defenderam e votaram na tese da aliança com o PC do B no Encontro de Tática Eleitoral do PT, no final de março.

Agora pregam a indicação do pré-candidato a vice-governador na composição com Flavio Dino (PC do B).

O movimento destes petistas tem o objetivo de respaldar a decisão do Encontro de Tática Eleitoral, que decidiu coligar com o PC do B.

Com isso, pretende-se ampliar a base petista na campanha de Flavio Dino.

Na tentativa de rachar o PT no processo eleitoral, o grupo Sarney ingressou dois petistas no governo Roseana: Edmilson Santos na Secretaria de Ação Social e Anselmo Raposo na Secretaria de Educação.

A participação petista no governo não passou por decisão de nenhuma instância do partido.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

NOTÍCIAS DE IMPERATRIZ

Fontes bem situadas na agenda política da região tocantina asseguram que a visita da governadora Roseana Sarney (PMDB) a Imperatriz foi traumática.

Ela enfrentou protestos e vaias. Sinal forte de que o anti-sarneísmo no sul do Maranhão vigora.

Qualquer que seja o candidato da oposição, principalmente no segundo turno, será bem votado na margem daqui do rio Tocantins.

Do grupo Sarney, somente o senador Edison Lobão (PMDB) transita com relativa aceitação em Imperatriz e arredores.

terça-feira, 13 de abril de 2010

RÁDIOS COMUNITÁRIAS EM MOVIMENTO

Será realizado dia 17 de abril, em São Luís, o Seminário de Rádios Comunitárias das regiões Metropolitana e Munim.

O evento vai reunir as emissoras e comunicadores populares, estudantes, profissionais de Comunicação e os movimentos sociais para debater a situação das rádios comunitárias.

Na programação haverá também uma oficina de rádio, assessoria jurídica e, ao final, trabalhos em grupo para definir diretrizes com o objetivo de revitalizar a seção estadual da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço).

As inscrições já estão abertas e custam R$ 10,00. Podem ser feitas com antecedência (veja contatos abaixo) ou na abertura do evento.

O seminário será realizado na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Federais (Sindsep), no Monte Castelo (avenida Newton Bello, 524).

Além do seminário São Luís – Munim, mais dois eventos serão programados para as regiões Tocantina e Baixada.

Essas regiões foram escolhidas porque tiveram participação ativa nas conferências municipais, estadual e nacional de Comunicação, realizadas no final de 2009.

CONTATOS PARA INSCRIÇÕES:

Adilson Viana
9616 4748
adil.viana@hotmail.com

Antonio Luiz
8821 9956
antonioculturafm@hotmail.com

Augusto
8876 0212
radiobacangafm@hotmail.com


Ed Wilson Araújo
9903 0376
edwilson_araujo@yahoo.com.br

Neuton Cesar
9964 2792
neutonconquista2005@yahoo.com.br

domingo, 11 de abril de 2010

O CANTO FULÊRO DO MARANHÃO ESBANDALHADO


Samuel Marinho *

Estou com raiva.

De mal com a vida, com o mundo, com este lugar.

Hoje não tenho ironias pra vender.

O clima está pesado demais, dentro e fora da minha cabeça.

Ecoa em mim o estado febril que precede o suicídio dos malditos.

Meus caros amigos, a vida aqui está muito chata e eu quero pegar a estrada de volta para o meu autoexílio.

Momento em que não me sai da mente aquela propaganda nefasta do governo estadual sobre a pavimentação das estradas em todo o Maranhão.

“De Pinheiro a Santa Helena. Tá tudo esbandalhado. Tá tudo acabado.”

É a minha paródia pra essa gente estúpida, hipócrita, enquanto em Imperatriz se conta os mortos por falta de leitos como quem se confere os acessos de um inusitado vídeo no youtube.

Mas ao menos pelo teor deste post escrito aqui na “Ilha do Medo” tenho a convicção de respirar: Vivemos numa democracia de fato e em pleno Maranhão!

Eu realmente não sou obrigado a ouvir o canto fulêro de Alcione gravando seu DVD na Praça Maria Aragão. Dou graças a Deus por ele ter me proporcionado o luxo dessa liberdade mínima.

Ainda assim me atingiu de longe a podridão de todo o aparato montado naquele local projetado pelo mesmo infeliz que desenhou Brasília.

Ao contrário da grande maioria, nunca fui fã da prestigiada cantora maranhense, embora tenha que reconhecer sua trajetória de sucesso pessoal e só.

Minha tumultuada relação com a Marrom vem do fato de eu não saber dissociar a arte da vida e vice-versa.

Um fatalismo que aprendi com a popart de Andy Warhol ou com os discursos delirantes de Pedro Bial em dias de paredão no Big Brother Brasil.

Zeca Baleiro é um gênio não somente pela arte, mas pela metáfora poderosa que sua trajetória subversiva me põe a refletir, a despeito da mediocridade de tudo que até então era produzido por aqui.

Rita Ribeiro não é só uma afinada intérprete a quem a gente recorre quando quer se enxergar claramente no espelho, mas um canto tão digno da pessoa que me faz chorar de emoção todas as vezes que a ouço a tempo e ao vivo.

Ambos, Zeca e Rita, cruzaram o Estreito dos Mosquitos mandando às favas o patrocínio oficial que amarrou e amarra aqui a grande maioria dos artistas-minhoca.

A ambos é creditado o louvável resgate da obra de um sambista fenomenal que quase morreu no ostracismo. Uma “sensibilidade sambística” que contemporâneos da mesma “ala musical” como a própria Alcione não tiveram em relação ao mestre Vieira (o teu samba é eternamente Bom!).

A história de Zeca Baleiro e Rita Ribeiro um dia há se ser contada com ares merecidamente épicos, como a alegoria única e bem acabada de uma liberdade que nunca chegou de fato à eterna capitania hereditária.

Não tenho o mesmo sentimento em relação à Marrom. E não é nem de longe uma questão de cor da pele. Sua aura pra mim é Cinza.

Falo isso com o tom confessional que é devido aos blogues e com o compromisso sincero de reverenciar só aquilo o que realmente me toca, o que não é o caso de Alcione.

Detesto sua postura, detesto esse som maroto que serve de pano de fundo para toda a vanguarda do atraso que nos acompanhou e acompanha até os dias de hoje.

Detesto essas denominações esdrúxulas de bandas, de intenções pejorativas, de gente compromissada só consigo mesmo e que pela luz do inferno tem o dom de iludir, ludibriar.

Bandidas. Esbandalhadas. Fulêras.

São autodenominações que me acalantam e confirmam a beleza de um dos versos mais profundos do cancioneiro popular.

Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.

Não calo na boca notícia ruim.


* Samuel Marinho é colaborador deste blogue, contador e servidor público federal.

sábado, 10 de abril de 2010

MIRANTE SEM JUÍZO

Eduardo Julio *

Alguns repórteres da TV Mirante parecem ter perdido o juízo. Há mais ou menos dois meses afirmaram categoricamente que Dubai fica na Índia e que o Haiti se localiza na África. Isso, com o aval do editor, já que as reportagens não foram transmitidas ao vivo.

Nesta semana, foi a vez de um repórter numa chamada ao vivo confundir Simoninha - um dos mais celebrados artistas da nova música brasileira, filho de Wilson Simonal - com Simony, aquela que integrou o Balão Mágico e foi capa da Playboy e da Sexy.

A chamada divulgava o show que Alcione fez na Praça Maria Aragão, oportunidade em que gravou um DVD em São Luís. Simoninha foi um dos convidados da cantora maranhense.

Dizem que a confusão foi grande na redação da TV Mirante e que a cabeça do repórter em questão está por um triz. Talvez os repórteres da TV Mirante tenham faltado a aulas de geografia no ginásio ou conheçam o mundo somente por meio da programação da Rede Globo, o que é mais provável.

Agora podemos imaginar a seguinte situação caso Simony tivesse participado do show da Alcione. Ela cantaria com apoio de playback três antigos sucessos do grupo que dominou o cenário infantil brasileiro na era pré-Xuxa dos anos 80.

No camarim, o marido ou ex-marido traficante da artista estaria cortejado por socialites maranhenses. No final, alguns fãs mais ardorosos de Simony levariam exemplares intactos da Playboy e da Sexy para ela autografar.

Um deles provavelmente seria o repórter da Mirante, que não teve o trabalho (mínimo) de ler a pauta.

* Eduardo Júlio é poeta e jornalista

sexta-feira, 9 de abril de 2010

GOVERNO LULA DESTINA R$ 1,8 BILHÃO AOS TERRITÓRIOS DA CIDADANIA NO MARANHÃO EM 2010

O governo federal vai liberar em 2010 R$ 27 bilhões para o programa “Territórios da Cidadania” aos 120 territórios que abrangem 1.852 municípios.

Para o Maranhão, que constitui oito territórios, serão destinados R$ 1,8 bilhão para a realização de 459 ações atendidas pelo programa nas áreas de desenvolvimento social, organização sustentável da produção, saúde, saneamento e acesso à água, educação e cultura, infra-estrutura, apoio a gestão territorial e ações fundiárias.

Para José Inácio Rodrigues, Delegado Federal do Desenvolvimento Agrário no Maranhão, o projeto é estratégico para o desenvolvimento do estado, pois ele se constrói através das necessidades de cada região.

“O programa enfrenta os problemas sociais e econômicos gerando renda e sustentabilidade para as famílias da zona rural, sendo que grande parte de nosso estado está incluso em zonas rurais, com um grande percentual de agricultores que precisam do auxílio do programa e de desenvolvimento em outras áreas como educação, saneamento básico, crédito, assistência técnica e infra-estrutura”, disse o delegado.

O programa Territórios da Cidadania no Maranhão integra as regiões dos Cocais, Vale do Itapecuru, Lençóis/Munim, Baixo Parnaíba, Médio Mearim, Campos e Lagos, Alto Turi/Gurupi e Baixada Ocidental, favorecendo 120 municípios com uma população rural de 2.287.405 mil habitantes.

POLÍTICAS INTEGRADAS

Desde 2008 o Governo Federal reuniu políticas públicas de 22 ministérios e órgãos estatais no Programa Territórios da Cidadania, que visa melhorar o dinamismo social e econômico de municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e outras carências.

Territórios da Cidadania está em seu terceiro ano de execução, através de políticas públicas que integram o governo federal, estados e municípios, por meio da inclusão produtiva das populações pobres dos territórios, principalmente quilombolas, indígenas e trabalhadores rurais.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário