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sábado, 11 de fevereiro de 2012

VEJA "RESSUSCITA" O ESCRITOR JOSUÉ MONTELO

Merece correção a matéria publicada na revista Veja, pelo repórter Rafael Lemos, sobre o enredo da Beija-Flor em 2012: São Luís - o poema encantado do Maranhão.

A reportagem comete uma gafe ao anunciar que o escritor Josué Montelo, falecido em 2006, confirmou presença no desfile na Marquês de Sapucaí.

No quinto parágrafo do texto Rafael Lemos escreve assim:

"O desfile ainda reserva espaço para a religiosidade, as festas folclóricas, danças típicas e lendas. As artes ocuparão lugar de destaque, num setor dedicado à poesia, literatura e música. Vários artistas que nasceram em São Luís já confirmaram presença no desfile: Alcione, Ferreira Gullar, Josué Montello, Rita Ribeiro e Zeca Baleiro."

O deslize não tira o brilho da matéria, que apresenta vários detalhes sobre o enredo da Beija-Flor, ressaltando a importância do carnavalesco Joaosinho Trinta.

A presença do cantor e compositor Zeca Baleiro na avenida não foi confirmada. A imagem negativa do Maranhão na mídia nacional, as circunstâncias em que o enredo foi escolhido e a falta de transparência sobre o valor pago pelo governo Roseana Sarney (PMDB) à escola pesam muito na balança de Baleiro.

ABAIXO, A MATÉRIA COMPLETA DA VEJA:

Beija-Flor desvenda 'Cristo Mendigo' de Joãosinho Trinta

Em 2012, azul-e-branca de Nilópolis se inspira no passado para recuperar identidade perdida nos últimos carnavais. Alegoria de 1989 será reeditada

Rafael Lemos
Em 1989, Joaosinho Trinta reuniu luxo, lixo e polêmica no desfile da Beija-Flor. Alegoria 'Cristo Mendigo' foi motivo de discórdia com a Igreja Católica Em 1989, Joãosinho Trinta reuniu luxo, lixo e polêmica no desfile da Beija-Flor. Alegoria 'Cristo Mendigo' foi motivo de discórdia com a Igreja Católica (Luiz Caversan/Folhapress)
Luxo, monstros e polêmica. Em 2012, a Beija-Flor de Nilópolis vai apostar em três elementos que ajudaram a escrever a história da escola ao longo dos carnavais. É mais uma tentativa de reencontrar sua identidade, uma busca que já dura pelo menos seis anos. Nesse período, a agremiação conquistou três títulos (2007, 2008 e 2011), mas ao optar por enredos e estéticas menos originais, perdeu o brilho que a levou ao primeiro time do samba. Na contramão da onda de inovações, a Beija-Flor decidiu olhar para o próprio passado.

Para a azul-e-branca, pouco importa se é ouro ou lata, o que interessa é reluzir e esbanjar muito luxo pela Marquês de Sapucaí. E será justamente essa a linha da abertura do desfile da Beija-Flor, cujo enredo é São Luís - O poema encantado do Maranhão. Estarão representados os franceses, que fundaram capital maranhense em 1612; os holandeses, que invadiram a cidade; e os portugueses, que enfim a colonizaram.

“O carnaval é fantasia. Vamos mostrar a cidade de São Luís do jeito que os invasores e colonizadores imaginavam. Ou seja, com muitas riquezas e ouro”, explica o carnavalesco Fran Sérgio, integrante da comissão de carnaval. "Teremos uma Beija-Flor rica e pomposa", avisa.

Divulgação

Beija-Flor terá setor de escravos

Beija-Flor: setor de escravos

O segundo setor mostrará a vinda dos escravos, com direito a navio negreiro como carro alegórico. A maioria dos escravos que desembarcava em São Luís era oriunda de Daomé, atual República do Benin. "Entre os negros que vieram de lá, havia muitos reis, rainhas e nobres. Era uma região de disputas de terras. Quem vencia entregava os derrotados para os europeus", explica Fran Sérgio.

O desfile ainda reserva espaço para a religiosidade, as festas folclóricas, danças típicas e lendas. As artes ocuparão lugar de destaque, num setor dedicado à poesia, literatura e música. Vários artistas que nasceram em São Luís já confirmaram presença no desfile: Alcione, Ferreira Gullar, Josué Montello, Rita Ribeiro e Zeca Baleiro.

No entanto, o grande homenageado será mesmo o carnavalesco Joãosinho Trinta. Até sua morte, em dezembro, estava decidido que o carnavalesco desfilaria sentado em um trono. Agora, o assento virá vazio, numa reverência a João. Em seu lugar, estarão apenas o cetro, a coroa e a roupa que ele usaria no dia do desfile.

Luxo - Foi pelas mãos de Joãosinho Trinta que o luxo chegou à Beija-Flor, na década de 1970. Com enredos alusivos à realeza, o carnavalesco sagrou-se o único campeão cinco vezes consecutivas do carnaval carioca e transformou para sempre os desfiles das escolas de samba. Os dois primeiros títulos foram ainda no Salgueiro: O rei de França na ilha da assombração, em 1974, e O segredo das minas do rei Salomão, em 1975. Na Beija-Flor, vieram os outros três campeonatos: Sonhar com rei dá leão, em 1976; Vovó e o rei da Saturnália na corte egipciana, em 1977; e A criação do mundo na tradição nagô, em 1978.

Eduardo Knapp / Folha Imagem

O 'Cristo torturado' da Beija-Flor, em 2005

Em 2005, 'Cristo torturado' causou nova polêmica com a Igreja Católica

Polêmica - O reinado de Joãosinho Trinta na Beija-Flor durou exatos 17 carnavais, de 1976 a 1992. Nesse período, ele foi responsável pela maior polêmica da história da folia, quando decidiu levar o carro do Cristo Mendigo para a Avenida. Após uma celeuma jurídica com a Igreja Católica, o carnavalesco decidiu desfilar com a alegoria coberta e uma faixa com a frase “Mesmo proibido, olhai por nós!”.

Esse ano, a alegoria estará de volta numa homenagem a Joãosinho, que faleceu no último mês de dezembro. Dessa vez, no entanto, a escola promete rasgar o plástico que esconde o Cristo, realizando assim o desejo do carnavalesco. “Vamos realizar algumas coisas que queríamos ter feito naquele ano e não pudemos. Mas é surpresa”, desconversa Laíla.

Joãosinho saiu da Beija-Flor, mas deixou as polêmicas gravadas no DNA da escola. Em 2005, a Igreja Católica voltou a protestar quando a agremiação quis encenar um açoitamento de Cristo em pleno Sambódromo. O enredo falava sobre as missões jesuítas no Rio Grande do Sul. No fim das contas, a Beija-Flor desfilou com um Cristo ensanguentado, sendo consolado por Maria Madalena, mas sem ser açoitado. Também dividiu com terços, santos e outras imagens católicas, como uma imagem de São Miguel, o enredo que contou o choque entre a Igreja e índios durante as missões de "civilização".

Rafael Lemos

Os monstros estão de volta ao desfile da Beija-Flor

Os monstros estão de volta à Beija-Flor

Monstros - A partir de 1998, iniciou-se um novo ciclo na Beija-Flor, com a criação de uma comissão de carnaval formada por jovens carnavalescos, sob a regência do experiente Laíla – braço-direito de Joãosinho. Entre os pupilos de Laíla, o então desconhecido Cid Carvalho acabou sendo apontado como o responsável pela nova estética da agremiação, com ênfase no grotesco.

A partir daí, a Beija-Flor ficou conhecida por levar todo tipo de monstros para a Avenida. Também passou a ser comum ver em seus desfiles as cores preta e roxa, consideradas sombrias e pouco carnavalescas. Coincidência ou não, com a saída de Cid Carvalho, os monstros perderam espaço na escola de Nilópolis.

Agora, as criaturas estão de volta, num setor praticamente inteiro só para elas. A brecha para ressuscitar os monstros é a parte do desfile que falará sobre as lendas de São Luís, com a carruagem de Ana Jansen, a serpente de São Luís e o fantasma Manguda.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

NO MARANHÃO É PRECISO INVESTIGAR TAMBÉM AS DENÚNCIAS DE FRAUDE ELEITORAL

As denúncias sobre fraude em notas de estudantes do Uniceuma, UFMA e UEMA colocam novamente o Maranhão em uma exposição negativa. Isso não é novidade.

Basta lembrar as frases famosas atribuídas ao hoje senador João Alberto (PMDB), que teria declarado não ser 100% honesto e que a corrupção estava instalada nos três poderes no Maranhão.

Cabe rememorar também a fábula derivada de um dos sermões do padre Antônio Vieira, segundo a qual a língua do diabo desabou em Portugal e as letras do alfabeto espalharam-se pelas colônias ultramarinas.

Qual letra coube ao Maranhão?

A letra M de mexericar, maldizer, malsinar e, sobretudo, M de mentir. Essa cultura política foi plantada, adubada e regada bem antes de Vitorino Freire, mas a árvore ganhou viço de 1960 em diante.

Instalou-se aqui a cultura do malfeito e do maldito. É o Maranhão amaldiçoado pela política tosca do atraso das capitanias hereditárias e do coronelismo da oligarquia.

O historiador Wagner Cabral já discorreu sobre a Universidade da Fraude no Maranhão. É preciso investigar a fundo se há corrupção nas notas de estudantes universitários.

Mais que isso. É preciso investigar também as eleições no Maranhão. Em 1994 Epitácio Cafeteira perdeu a eleição para o governo em uma surpreendente virada de Roseana Sarney nos instantes finais da apuração.

Em 2010 novamente Roseana Sarney (PMDB) ganhou a eleição, levantando suspeitas sobre as derradeiras urnas que levariam a disputa ao segundo turno, onde haveria uma forte tendência de virada da oposição.

As denúncias sobre fraudes em notas nas três maiores universidades do Maranhão podem ser a ponta do iceberg para investigações maiores.

As fraudes nas universidades podem revelar ou não se o Maranhão é a universidade da fraude.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

SANTA EULÁLIA, RANGEDOR E VINHAIS VELHO: UMA REFLEXÃO

A polêmica em torno do atropelamento das comunidades do Vinhais Velho pelas obras da Via Expressa acende um debate urgente e necessário sobre São Luís.


A Via Expressa não vai resolver os graves problemas do trânsito na cidade. Servirá apenas de ligação entre os shoppings da capital, valorizando os terrenos nas proximidades do Sítio Santa Eulália, onde gente grande está de olho.


Os maiores entraves no trânsito estão na "faixa de gaza" - trecho que vai do retorno da Cohama até o retorno da Forquilha - perímetro estrangulado onde faz-se urgente uma intervenção de desafogamento no fluxo de veículos.


Ocorre que nos interesses da Via Expressa estão imbutidos futuros empreendimentos imobiliários nas imediações da estrada, negócios bilionários, envolvendo construtoras poderosas no Maranhão.


O Santa Eulália, que já havia sido devastado pelo governador Epitácio Cafeteira, recuperou-se parcialmente até agora, quando a governadora Roseana Sarney meteu os tratores para fazer a Via Expressa.


Também está nos olhos das construtoras o que restou do Sítio Rangedor. Lá ergueram o novo prédio da Assembléia Legislativa e nas cercanias multiplicam-se novos condomínios.


A parte mais preciosa do Rangedor - com belos riachos, diversas espécies de animais e flora exuberante - já foi mapeada pelas construtoras. Diversos apelos de ambientalistas, artistas e moradores imploram para que a área seja preservada.


É impossível conter a especulação imobiliária. Esse é um fenômeno de todas as capitais. Só que nas cidades mais avançadas, com visão de urbanidade, as construções são disciplinadas. O Plano Diretor e o Código de Postura são minimanente levados em consideração.


Em São Luís tudo é diferente. Somos a única capital do Brasil sem um parque municipal, as praças estão destruídas, não temos calçadas decentes, nem ciclovias e nem ruas e avenidas pavimentadas.


O sentido da cidade como lugar do encontro das pessoas está inviabilizado pela falta de espaços de conviênvia. Sem praças nem parques, só restam os shoppings interligados pela Via Expressa. Essa estrada não surgiu por acaso.


Como não temos alternativas de convivência comunitária, somos obrigados a frequentar os shoppings, pagar estacionamento ilegal e convidados a gastar nas lojas e franquias das madames influentes no Executivo, do Legislativo e do Judiciário maranhense.


São Luís "cresce" totalmente na contra-mão das noções mínimas de desenvolvimento sustentável, das cidades inclusivas, solidárias, saudáveis e belas de todo o Brasil.


Vai ser preciso uma mudança de mentalidade política em São Luís para salvar o pouco que ainda resta de áreas verdes manejáveis na cidade. Precisamos de parques municipais, recuperação urgente das praças e construção de novos espaços de convivência humanitária.


Por enquanto somos todos empurrados para os shoppings ou praias, estas já bastante poluídas pelos esgotos dos condomínios erguidos pelas construtoras que estão de olho no Santa Eulália e no Rangedor.


Mas tudo tem jeito de salvar. Faltam sensibilidade e vontade política, qualidades desprezadas por gente como o prefeito João Castelo (PSDB) e a governadora Roseana Sarney (PMDB). Quanto mais tempo eles governam, mais decadente fica a cidade.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

MANIFESTO DE LAÇAMENTO DA PRÉ-CANDIDATURA DE BIRA DO PINDARÉ A PREFEITO DE SÃO LUÍS PELO PT.

“... Com as bandeiras nas ruas ninguém pode nos calar. E quem nos ajudará, a não ser a própria gente...”
César Teixeira – Oração Latina.

Está decidido que o PT terá candidatura própria a prefeitura de São Luís. Estamos diante de um processo de escolha desse candidato. O povo maranhense e a mídia acompanham atentos ao desfecho final dessa disputa.


Em 2010, aconteceu o mesmo para saber quem seria o candidato a Governador do Maranhão. O PT na época escolheu, por maioria dos delegados (as) em encontro, que seria Flávio Dino (PC do B), mas a direção nacional decidiu intervir para que o PT apoiasse a candidatura de Roseana Sarney (PMDB).

Neste momento vivemos a continuação da disputa, só que agora a escolha é para saber quem será o candidato a prefeito se: BIRA (o candidato do PT de base) ou Washington Oliveira (o candidato indicado pela oligarquia).

A candidatura do BIRA expressa o sentimento de vários coletivos, organizados no campo político RESISTÊNCIA PETISTA, que reúne diversas correntes anti-oligarquia do PT-MA, como Militância Socialista, Articulação de Esquerda, Coletivo Reage PT, Democracia Socialista, Mensagem ao Partido Coletivo Reboliço, militantes históricos, lideranças dos movimentos sociais, profissionais liberais e intelectuais do petismo local e nacional.

A configuração deste campo político expressa a posição firme de assegurar uma candidatura do campo democrático-popular em São Luís, pautada nas marcas simbólicas que sempre caracterizaram o PT: a participação, a democracia, a inclusão social, o desenvolvimento e a geração de oportunidades, emprego e renda para a nossa população.

São estas marcas que diferem a candidatura de BIRA em relação à outra, que preferiu a comodidade do alinhamento à oligarquia Sarney, desperdiçando a oportunidade de construir uma frente de poder real e libertação do Maranhão.

Nossa candidatura está sintonizada aos princípios do desenvolvimento sustentável que pautam os grandes debates nacionais e internacionais. São Luís, cidade histórica, destino turístico internacional, precisa ter uma administração competente, capaz de proporcionar inclusão social aos seus moradores e receptividade aos seus visitantes.

Nossa capital está prestes a comemorar seus 400 anos, e o caos está instalado. Podemos mudar esta triste realidade. A atual gestão fracassou, não cumpriu sequer as promessas de campanha. O governo do Estado também não ajuda, pelo contrário, se puder atrapalha. Falta tudo: água, segurança, iluminação, trânsito, saúde, educação, áreas de lazer, cultura.

A administração de Bira contará com o apoio e os projetos do Governo Federal. A gestão de Bira do PT priorizará a participação popular, transparência administrativa e inversão de prioridades, desta forma, podemos construir “outros 400” anos para nossa querida cidade.

A candidatura de BIRA reúne base social, prática política, experiência administrativa, amor pelo PT militante e a vontade de transformar sonhos e lutas em programas concretos para transformar São Luís.

Temos as condições de construir na candidatura de BIRA, a força e o brilho da militância petista, de base, criativa e inovadora, enraizada em cada rua de nossa cidade, capaz de conquistar o coração e o voto dos (das) ludovicenses.

Lançamos a pré-candidatura de BIRA A PREFEITO DE SÃO LUÍS para concorrer às prévias indiretas do PT. Nesse sentido, convocamos os mais de 4.000 filiados (as) do Diretório Municipal para a eleição dos delegados (as) que participarão do encontro e terão o poder de escolher quem será o candidato do PT a prefeito de São Luís.

Saiba que o candidato dos petistas é BIRA-PREFEITO DE SÃO LUÍS. O outro é o candidato da oligarquia.

Este momento é decisivo para o PT e para o fortalecimento da sua democracia interna, no momento em que o partido completará 32 anos, construído pela base com a contribuição decisiva de cada militante.

Bira é deputado estadual, advogado, bancário da Caixa, professor, tem mestrado em Políticas Públicas (UFMA), com uma vasta militância na Pastoral da Juventude e no Movimento Estudantil. Foi presidente do Sindicado dos Bancários, Delegado do Trabalho no primeiro mandato do presidente Lula, é filiado ao PT há mais de 20 anos. Já foi candidato a vereador, senador em 2006 (quando obteve mais de 500 mil votos), vencendo João Castelo em São Luís (na época candidato a Senador).

Por fim, ratificamos que existem duas candidaturas na disputa das prévias indiretas do PT de São Luís. Portanto, não podemos deixar que mais uma vez o Palácio dos Leões escolha o candidato que o Partido dos Trabalhadores deverá apoiar.

A candidatura do BIRA A PREFEITO DE SÃO LUÍS representa a possibilidade de união do campo democrático popular e da vitória contra o candidato do PSDB, que tem feio uma administração catastrófica.

Conclamamos todos (as) os/as filiados (as) a votarem nas chapas de delegados (as) que apóiam a candidatura de BIRA - PREFEITO DE SÃO LUÍS e dizer o NÃO à intervenção de Sarney no PT, que quer nomear o candidato do nosso partido.

Pedimos o seu apoio e o seu voto para termos uma candidatura com a cara, a força, o brilho e a criatividade do PT de massas e lutas.

O VERDADEIRO PT NÃO SE RENDE!
Assinam este manifesto a Resistência Petista, campo político que reúne diversas correntes anti-oligarquia do PT-MA, como: Militância Socialista, Articulação de Esquerda, Coletivo Reage PT, Democracia Socialista, Mensagem ao Partido, Coletivo Reboliço, e militantes históricos, lideranças dos movimentos sociais, intelectuais do petismo local e nacional, como Manoel da Conceição, deputado federal Dutra, ex-deputado estadual Valdinar Barros, Augusto Lobato, Sílvio Bembem, Márcio Jardim, Francisco Gonçalves, Luís Carlos Cintra, Terezinha Fernandes, Jomar Fernandes, Joãozinho Ribeiro, Nelsinho Brito, Moisés Nobre, Bruno Rogens, Genilson Protásio, Luís, Raimundão, Leide Silva, Ed Wilson, Marlon Botão, Marlon Henrique, Ana Margarida, Janete Amorim, Paulinho Jorge, Genilde Reis, Mariano Martins, João Batista (Xibé), Natanael Araújo, Irene Silva, Raimundo Campos, Thayzya Martins, Prof. Joan, Carlito Reis, Creuzamar de Pinho, Paulo Oliveira, Campos, Zé de Deus, Ricardo Ferro, Vicente Mesquita, Joseane Gamba, Salvador Fernandes, Bernardo Felipe, Genilson Alves, Mary Ferreira, Natan, Genésio, Malu, Ivaldo Coqueiro, Júnior Catatau, Isaura... Dirigentes nacionais Valter Pomar, Renato Simões, Gilney Viana, Acrisio Mota, Raul Pont, Iole Ilíada, dep. Mauro Rubem e tantos outros.

HOJE TEM PLENÁRIA DA RESISTÊNCIA PETISTA

Militantes e dirigentes petistas de diversas correntes internas do PT convidam você para participar da Plenária Municipal de apoio à pré-candidatura à prévia indireta de BIRA PREFEITO DE SÃO LUÍS

PAUTA:

1. Informes;

2. Avaliação do Lançamento da pré-candidatura de BIRA PREFEITO DE SÃO LUÍS;

3. Organização da chapa de delegados(as) e da lista de filiados(as) do PT;

Dia: 06/02 (segunda-feira);

Local: auditório do Sindicado dos Bancários, rua do Sol, 413/417, Centro;

Horário: 18h30 às 21h00;

Venha participar!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

DUAS PERDAS NA COMUNICAÇÃO

Por motivo de viagem e paralisação no blogue, não pude notificar a tempo o falecimento do radialista Ananias Correia Gonçalves, dia 1º de fevererio, aos 54 anos.


Ananias foi um dos fundadores e ativo militante do Movimento de Rádios Comunitárias no Maranhão. Na cidade de Bela Vista, criou e dirigiu a Rádio Samaritana FM e integrou a diretoria da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (ABRAÇO-MA).


Ananias faria 55 anos no dia 30 de maio deste ano. Ele foi vereador e secretário de Saúde em Bela Vista. Era, ainda, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais no município.


Ananias passou mal por volta das 23h de terça-feira (31) quando estava em casa com familiares. Ele foi levado às pressas para Santa Inês e de lá precisou ser transferido para um hospital de São Luis.


Ananias Gonçalves não resistiu e morreu, ainda na estrada, vítima de Acidente Vascular Cerebral. Ele era hipertenso e diabético.

A prefeitura de Bela Vista decretou luto oficial de 3 dias. O blogue a a diretoria da ABRAÇO-MA solidarizam-se com os familiares de Ananias, registrando que ele foi uma pessoa fundamental na lutas por democracia na Comunicação no Maranhão.


UDES CRUZ


O Maranhão perdeu também o jornalista Udes Cruz, aos 60 anos, após uma vida de dedicação ao Jornalismo. Ele era diretor do jornal Atos e Fatos e editor do blogue O Quarto Poder.


Nossa solidariedade aos familiares de Udes, especialmente sua filha Jusse Cruz, que foi minha aluna no curso de Jornalismo na Faculdade São Luís e atualmente mora na Itália.


Perdemos um profissional dedicado na busca da notícia. A profissão de jornalista segue nas veias de Udes Filho.