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quarta-feira, 30 de junho de 2010

FLAVIO DINO GANHA APOIO DO PPS E CONFIRMA CANDIDATURA A GOVERNADOR

O deputado federal Flávio Dino homologou nesta quarta-feira à noite sua candidatura a governador do Maranhão, em uma chapa formada pelo PC do B, PSB e PPS.

A professora Miosótis Lucio (PPS) é a candidata a vice-governadora. Na chapa majoritária concorrem ao Senado o ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) e o advogado Adonilson Lima (PC do B), com atuação em Imperatriz.

Dezenas de lideranças do PT participaram da convenção, na sede da Assembléia Legislativa, portando bandeiras e camisas vermelhas.

A maior parte da base petista vai apoiar Flavio Dino, inclusive vários integrantes da tendência Construindo um Novo Brasil (CNB), dissidente da aliança com Roseana Sarney (PMDB).

Bastante prestigiados na convenção, o presidente da CUT Nivaldo Araújo e o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (FETAEMA) Chico Sales, falaram em nome dos integrantes da CNB que apóiam Dino.

O dirigente da CUT Marcos Vandaí vai representar a CNB na coordenação da campanha de Flavio Dino.

A convenção foi uma demonstração de força da candidatura comunista. Flavio Dino reúne condições para avançar na campanha e chegar ao segundo turno com chances de vitória.

terça-feira, 29 de junho de 2010

LIDERANÇAS DA CNB REAFIRMAM APOIO A FLÁVIO DINO


Petistas da tendência Construindo um Novo Brasil (CNB) vão participar da convenção do PC do B, nesta quarta-feira, às 16 horas, na Assembléia Legislativa, para reiterar o apoio à candidatura do deputado Flavio Dino ao Governo do Maranhão e Dilma Roussef presidenta do Brasil.

Os presidentes da CUT e da Fetaema, Nivaldo Araújo e Chico Sales, assinaram o manifesto da CNB favorável à candidatura de Flavio Dino e já confirmaram participação na convenção comunista.

Diversas lideranças da CNB de São Luís e de várias regiões do estado reforçam a candidatura do campo democrático-popular, agregando apoios em diversos movimentos sociais e instituições no Maranhão.

Vereadores, sindicalistas, professores universitários, profissionais liberais e dirigentes da CNB em vários municípios maranhenses discordam da intervenção do Diretório Nacional que obrigou o PT maranhense a coligar com o PMDB de Roseana Sarney.

Somente a porção minoritária da CNB, liderada pelo ex-deputado Washington Oliveira, optou pela candidatura de Roseana.

“Grande parte do nosso agrupamento está com Flavio Dino (PC do B) pela afinidade entre os partidos do campo democrático-popular e pela identidade com os movimentos sociais”, assegurou Marlon Botão, dirigente do PT de São Luís.

A CNB pró-Dino fez dois encontros de mobilização e divulgou um manifesto apontando apoio ao candidato comunista e à presidenciável Dilma Roussef.

O coletivo da CNB que apóia Flavio Dino é composto por:

Chico Sales, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetaema)

Nivaldo Araújo, presidente da CUT

Eduardo Pinto, presidente do Sindicato dos Ferroviários (STEFEM)

Deutz Cavalcante, vereador do PT de Santa Inês

Marcos Vandaí, dirigente da CUT

Marla Silveira, setorial de Cultura do PT

Marlon Botão, dirigente do PT de São Luís

Marlon Henrique, servidor público federal e delegado de base do SINDSEP

Ed Wilson Araújo, diretor do SINDSEP

Manoel Lages, diretor do SINDSEP

Novarck Oliveira, diretor do Sindicato dos Ferroviários (STEFEM)

Moacir Filho, diretor do Sindicato dos Comerciários e da CUT

Luís Domingos, diretor do Sindicato dos Comerciários

Lucio Azevedo, diretor do Sindicato dos Ferroviários (STEFEM)

Guilherme Zagallo, advogado e conselheiro da OAB

Wennys Carlos, PT de Vargem Grande

Jeová Sousa, presidente do PT de Vargem Grande

Bilú, PT de Santa Luzia

Manoel Lages, diretor do SINDSEP

Ricardo Gonçalves, PT de Pedreiras

Edmilson Silva, suplente de vereador em Coroatá

Roberto Brandão, professor do Instituto Federal (IFMA)

Odívio, PT de São João dos Patos

Foto: Jorge Ribeiro

segunda-feira, 28 de junho de 2010

OUTRAS NOTAS DE IMPERATRIZ


VOU DE ÔNIBUS


Como um cidadão normal, de bermuda jeans, sandálias havaianas e camisa pólo listrada, o deputado estadual Valdinar Barros (PT) embarcou ontem à noite em Imperatriz, no ônibus da empresa Açailândia, com destino a São Luís.

O parlamentar desembarcou esta manhã na ilha. Oriundo do sindicalismo rural, Barros chegou a ser folclórico na Assembléia Legislativa, quando disse que era aliado do então governador Jackson Lago (PDT) “até debaixo d’água”.

Soou estranho, para um homem do campo, virar um peixe político.

Mas isso não tira o brilho de sua vida de luta. Ele merece um novo mandado, por tudo que fez dentro e fora do PT.

Vai precisar de muita força para concorrer com os novos PTs oriundos do setor madeireiro e latifundiário. Gente cheia da grana que pode tomar o lugar dos petistas históricos como Valdinar.

WEWERTON EM CHAMAS

Impressiona a pujança econômica do ex-secretário de Esportes e Juventude no governo Jackson Lago, Wewerton Rocha (PDT).

Candidato a deputado federal, Wewerton parece um furacão nas operações de caça ao voto na região tocantina, para onde mudou-se após a cassação de Lago.

“Este rapaz pensa que Imperatriz é uma feira”, criticou um observador da cena política no sul do Maranhão. E já que falamos em mercado, comenta-se em Imperatriz que o vereador Chagão do Açougue, do PT, já acertou o apoio a Wewerton.

O ex-secretário tem vida nababesca em Imperatriz. E não dá a mínima para a enxurrada de denúncias sobre suas operações na vida pública, desde os tempos da Umes.

VICE DE IMPERATRIZ

Tradicional em todas as eleições para o Governo do Estado, saiu o manifesto assinado por várias entidades do sul e sudoeste do Maranhão exigindo que os candidatos a vice-governador de todas as coligações sejam de Imperatriz.

Jackson Lago (PDT) leva vantagem na reivindicação tocantina. Sempre que disputou o Palácio dos Leões, Lago teve colegas de chapa de Imperatriz e arredores, como Jomar Fernandes e Deoclides Macedo.

Em 2006 e 2010 o vice de Jackson será o mesmo: Luiz Carlos Porto, o pastor, do PSDB.

O vice de Roseana Sarney (PMDB) é o petista Washington Oliveira, residente em São Luís, com pouca referência em Imperatriz.

Mesmo que colocasse um vice do sul, Roseana não melhoraria a performance eleitoral lá. Da quitanda na periferia ao shopping, toda pessoa com sobrenome Sarney é persona non grata em Imperatriz.

Já o senador Edison Lobão transita bem no sul.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

NOTÍCIAS DE IMPERATRIZ

RÁDIOS COMUNITÁRIAS

Será em 19 de agosto o I Encontro de Rádios Comunitárias do Sul do Maranhão. A organização do evento começou ontem, em reunião realizada na UFMA, com representantes de emissoras da região tocantina.

Os encontros regionais precedem o congresso estadual de rádios comunitárias, que irá revitalizar a seção estadual da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço).

REJEIÇÃO A ROSEANA

Em Imperatriz está na boca do povo uma forte rejeição à candidatura de Roseana Sarney ao governo do Maranhão. Os votos da região tocantina serão divididos entre Jackson Lago e Flavio Dino.

RADIALISTA CACHORRÃO É ASSASSINADO

O radialista e desportista Clovis Aguiar, o Cachorrão, foi assassinado na noite de ontem (quinta). Cachorrão foi morto com três tiros, na porta da casa da mãe dele. O radialista era bastante conhecido na crônica esportiva imperatrizense. Trabalhou na Mirante e na rádio e TV Capital.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

RÁDIOS COMUNITÁRIAS PREPARAM ENCONTRO NO SUL DO MARANHÃO

Representantes de emissoras comunitárias de Imperatriz e região reúnem-se nesta quinta-feira 24, às 10 horas, no campus da UFMA, para iniciar a organização do I Encontro de Rádios Comunitárias do Sul do Maranhão.

A reunião será coordenada pelo professor da UFMA e jornalista Ed Wilson Araújo, integrante do Movimento de Rádios Comunitárias; e pela professora Roseane Arcanjo, coordenadora do Curso de Jornalismo do campus de Imperatriz.

Estão convidados profissionais e estudantes da mídia impressa e audiovisual, entidades dos movimentos sociais, poder público, artistas e ativistas interessados em participar da organização das rádios comunitárias na perspectiva de democratizar o acesso e a produção de conteúdos nos meios de comunicação.

O encontro das emissoras do Sul do Maranhão será realizado no final de julho ou começo de agosto, como parte do calendário de eventos regionais organizados pelo Movimento de Rádios Comunitárias. Em 10 de julho será realizado o seminário regional dos Lençóis-Munim. No dia 17 está previsto o encontro na regional Cocais.

As etapas regionais precedem o congresso estadual, previsto para o final de agosto, quando estarão reunidas cerca de 300 emissoras de todas as regiões do Maranhão.

O principal objetivo do congresso é revitalizar a seção estadual da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço). A entidade foi criada no Maranhão em 1998, mas desde 2002 está desativada.

A revitalização da Abraço é uma bandeira dos movimentos sociais atuantes na luta pela democratização da Comunicação, fortalecida com o engajamento dos professores e estudantes de Jornalismo, Rádio e TV e Relações Públicas.

domingo, 20 de junho de 2010

FOME DE COERËNCIA - O GESTO DE MANOEL DA CONCEIÇÃO

Wagner Cabral da Costa*

“Os valores do PT não podem ser negociados. Devem ser reafirmados como princípios da reconstrução partidária e ideal dos movimentos sociais” (Manoel da Conceição).

Muito tem se falado sobre a greve de fome, iniciada em 11 de junho, do fundador do PT, Manoel da Conceição, do deputado Domingos Dutra e da ex-deputada Terezinha Fernandes, contra a intervenção do Diretório Nacional que revogou a decisão estadual de apoiar Flávio Dino (PCdoB) para governador do Maranhão, aprovando, em substituição, o nome de Roseana Sarney (PMDB).

Parcela expressiva da opinião pública e da imprensa tomou contato (quase) pela primeira vez com a pessoa de Manoel da Conceição. Afinal, quem seria esse “desconhecido”, esse Mané, que ousou desafiar, em gesto radical, a direção do partido no poder e a Presidência, em mais uma capitulação cínica diante da mais velha oligarquia da República?


Filho de lavradores do vale do rio Itapecuru, Manoel vivenciou experiências que lhe propiciaram uma sólida convicção ética, humanista e socialista, de dedicação à causa dos trabalhadores.

A começar, ainda na juventude, pela expulsão de sua família por proprietários rurais, violência presenciada ainda em inúmeros outros massacres; depois, a migração em busca de “terra liberta”; a crença evangélica e o início da militância; o envolvimento com o Movimento de Educação de Base (MEB), ligado à Igreja progressista; o engajamento na Ação Popular (AP) e a luta pelas Reformas de Base; até o golpe de 1964, quando sofreu as primeiras prisões.


Durante a ditadura militar, Mané se dedicou à organização e educação de trabalhadores rurais na região do rio Pindaré em sua luta contra o latifúndio e pela conquista da terra.

Foi alvo de violenta repressão da polícia militar do governo José Sarney (1966-70), sendo baleado e preso em julho de 1968, ocasião em que teve parte da perna direita amputada por falta de atendimento médico. Na seqüência, foi preso pela polícia política (1972) e dado como “desaparecido”, quando foi submetido a sessões de interrogatório e tortura, sendo solto graças à intervenção da AP e da Anistia Internacional.

Liberdade breve, pois, mais uma vez, os militares o prenderam, desta vez em São Paulo, com mais torturas e sevícias (1975). Novamente a solidariedade – da Anistia e das Igrejas católica e protestante – conseguiu resgatá-lo das mãos assassinas da ditadura, com o que Manoel partiu para a Suíça (1976), onde permaneceu até a decretação da Lei da Anistia (1979).


No exílio, lançou o livro-denúncia Essa terra é nossa, contando sua história de luta pela reforma agrária e de resistência à ditadura, uma leitura necessária e fundamental para compreender os “anos de chumbo”. Livro que acaba de ser reeditado pela UFMG (com o título: Chão de minha utopia), através do Projeto República, com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

A ironia não podia ser mais evidente: o mesmo governo petista que, por um lado, promove o resgate de sua memória e história; por outro, lhe recusa o direito de, aos 75 anos, continuar sendo um militante ativo das lutas sociais e políticas – defendendo a democracia interna do partido e a democratização do Maranhão contra a oligarquia patrimonial e golpista. Que resposta obteve Manoel após lançar duas cartas abertas ao companheiro e presidente Lula?


Esse silêncio, no entanto, inexistia em fevereiro de 1980. Pois, na fundação do Partido dos Trabalhadores se pretendeu vinculá-lo organicamente às diversas tradições de luta do povo brasileiro, sendo convidados seis signatários que representavam simbolicamente essas vertentes da esquerda:

1) Mário Pedrosa, escritor, crítico e líder socialista;

2) Manoel da Conceição, líder camponês;

3) Sérgio Buarque de Holanda, historiador;

4) Lélia Abramo, do Sindicato dos Artistas de SP;

5) Moacir Gadoti, que assinou em nome do educador Paulo Freire; e

6) Apolônio de Carvalho, combatente na Guerra Civil Espanhola e na Resistência Francesa, um dos líderes dos movimentos da resistência popular (Ata da reunião no Colégio Sion – site da Fundação Perseu Abramo).


Dos personagens-símbolo da identidade e dos valores do PT, o único que permanece vivo é Manoel da Conceição Santos, marido amoroso, pai e avô dedicado, brasileiro nascido em 1935 no distrito de Pirapemas, em Coroatá, Maranhão.

Era esse “desconhecido”, esse Mané, que se encontrava em greve de fome no plenário da Câmara dos Deputados. Por cima de quantos cadáveres (reais e simbólicos) o PT terá que passar em seu processo de transformação em Partido da Ordem?


Ps.: Poucas horas após o fechamento deste artigo, Manoel da Conceição e Domingos Dutra foram internados inconscientes em Brasília, com risco de vida. A situação forçou o Diretório Nacional do PT a fazer um acordo pelo qual os petistas maranhenses ficaram liberados de apoiar a oligarquia Sarney e ter campanha independente em favor de Flávio Dino. Este acordo encerrou a greve de fome, após uma semana, em 18 de junho de 2010, continuando ambos sob cuidados médicos.

* Wagner Cabral da Costa é Historiador e professor da UFMA. Autor de “Sob o signo da morte: o poder oligárquico de Vitorino a Sarney” (2006); co-organizador de “A terceira margem do rio: ensaios sobre a realidade do Maranhão no novo milênio” (2009). Este artigo foi publicado no jornal O Estado de São Paulo, suplemento Aliás, domingo, 20 de junho de 2010.

sábado, 19 de junho de 2010

ACORDO LIBERA O PT DO MARANHÃO PARA A CAMPANHA DE FLAVIO DINO

Em documento referendado pelo líder do PT na Câmara dos Deputados, Fernando Ferro, está assegurada a liberdade do partido no Maranhão para apoiar candidatos “dentro do arco de alianças nacional.”

Os termos do acordo foram firmados em negociação que suspendeu a greve de fome do líder camponês Manoel da Conceição, do deputado federal Domingos Dutra e da ex-deputada Teresinha Fernandes.

Na campanha eleitoral, assegura o documento, “os prefeitos, vereadores e outras lideranças do Partido no Estado apoiarão as candidaturas a deputados do Partido e candidatos majoritários de sua escolha dentro do arco de alianças nacional.”

O acordo desobriga o PT local de fazer campanha para a candidata do PMDB Roseana Sarney, imposta pela direção nacional petista.

No item 7 o texto garante “Programa de Televisão e Rádio bancado pelo PT para todos os candidatos do Partido sem discriminação por campo político, com liberdade para os candidatos fazerem suas campanhas e a campanha de Dilma, sem a obrigação de apoiar as candidaturas do PMDB e seus aliados fora do arco de alianças nacional.”

As condições mediadas no acordo garantem a participação dos petistas na campanha do pré-candidato a governador Flavio Dino, cuja chapa a princípio formada pelo PC do B e PSB compõe a aliança nacional.

Neste sábado a ala petista favorável à aliança com o PMDB realizou um encontro e indicou o ex-deputado Washington Oliveira candidato a vice-governador na chapa de Roseana Sarney (PMDB).

O encontro de Oliveira não é reconhecido pela maioria do PT, que prefere a candidatura de Flavio Dino.

VEJA ABAIXO A ÍNTEGRA DO DOCUMENTO:

ACORDO DE PROCEDIMENTO PARA A CAMPANHA ELEITORAL DO PT NO MARANHÃO E O ENCERRAMENTO DO PROTESTO PÚBLICO DE LIDERANÇAS PETISTAS

1. Os companheiros Domingos Dutra, Manoel da Conceição e Terezinha Fernandes, hoje em atitude de greve de fome com apoio de importantes seguimentos do PT maranhense e movimentos sociais, constituindo um CAMPO POLÍTICO interno com expressão pública, concordam em encerrar o movimento de protesto mediante o presente acordo de procedimento para a participação de seu CAMPO POLÍTICO nas ações do Partido e nas eleições 2010.

2. Reconhecimento do direito dos companheiros do Maranhão de apoiarem os candidatos majoritários de sua escolha dentro do arco de alianças nacional.

3. As candidaturas de Deputados Federais e Estaduais indicadas pelo CAMPO POLÍTICO, aqui assim reconhecido, terão suas aprovações e registros garantidos pelo Partido.

4. Os prefeitos, vereadores e outras lideranças do Partido no Estado apoiarão as candidaturas a deputados do Partido e candidatos majoritários de sua escolha dentro do arco de alianças nacional.

5. Material de campanha (impresso/visual) de responsabilidade de cada candidato à eleição proporcional, não se admitindo retaliações em função de seu conteúdo, nem por participação deles em atividades de campanha de candidatos majoritários de sua escolha dentro do arco de alianças nacional.

6. Material de campanha de responsabilidade do PT Nacional será igualmente distribuído entre todos os candidatos do partido, independentemente de qual campo político pertençam.

7. Programa de Televisão e Rádio bancado pelo PT para todos os candidatos do Partido sem discriminação por campo político, com liberdade para os candidatos fazerem suas campanhas e a campanha de Dilma, sem a obrigação de apoiar as candidaturas do PMDB e seus aliados fora do arco de alianças nacional.

8. O tempo de Televisão e Rádio destinado, nos termos da Lei Eleitoral, às candidaturas proporcionais do Partido dos Trabalhadores será usado exclusivamente pelos candidatos do Partido.

9. Palanque para os candidatos deste CAMPO, com a presença de Dilma, em conformidade com a campanha nacional.

10. Realização da convenção oficial do PT do Maranhão a partir do dia 26/06/2010, obviamente até o prazo final de 30/06/2010.

11. Apuração rigorosa das denúncias de violação da ética partidária.

12. Que o nome do companheiro Bira do Pindaré seja levado em consideração para a hipótese de candidatura ao Senado pelo PT.

13. Os termos deste acordo interno serão firmados pelo líder da bancada do PT, para acolhimento de seus termos, investido na condição de fiador e supervisor de sua aplicação.

Brasília, DF, 17 de junho de 2010

FERNANDO FERRO
Líder da Bancada na Câmara dos Deputados