Compartilhe

sábado, 20 de outubro de 2012

MICHAEL LÖWY: DESENVOLVIMENTO E REVOLUÇÃO NA AMÉRICA LATINA


O Colóquio "Desenvolvimento e Revolução na América Latina" traz pela primeira vez a São Luís o renomado pesquisador Michel Lowy.

Michael Löwy é um pensador marxista brasileiro radicado na França, onde trabalha como diretor de pesquisas do Centro Nacional de Pesquisa Científica. É um relevante estudioso do marxismo, com pesquisas sobre as obras de Karl MarxLeon TrótskiRosa LuxemburgoGeorg LukácsLucien Goldmann e Walter Benjamin.

O Colóquio acontece  nos dias 23 e 24 de outubro de 2012, a partir das 17h30min, no Auditório Setorial do Centro de Ciências Humanas da UFMA (campus do Bacanga).

Inscrições são gratuitas (em coerência com a concepção de uma universidade pública, gratuita e de qualidade), e podem ser feitas até o dia 22 de outubro, pelo email observatorio.ppufma@gmail.com

O Colóquio é promovido pelo Observatório de Políticas Públicas e Lutas Sociais, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas (PGPP) da UFMA, Núcleo Regional da Escola Nacional Florestan Fernandes e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Autor de diversas obras, Lowy lançará em São Luís seu livro "A teoria da revolução no jovem Marx". Ele fará conferências sobre "A teoria do desenvolvimento desigual e combinado" e "Cuba e os processos revolucionários na América Latina".

Abaixo, a programação do seminário:

Programação - Dia 23/10/2012 às 17h30

Conferência "A teoria da revolução no jovem Marx"

Programação - Dia 18/10/2012 às 17h30

Conferência "Cuba e os processos revolucionários na América Latina"

Após a conferência:

Lançamento dos livros "A teoria da revolução no jovem Marx" (Editora Boitempo), de Michel Lowy, e "Crise do capital, lutas sociais e políticas públicas" (Editora Xamã), coordenado pelas professoras Joana A. Coutinho (Departamento de Ciências Sociais)  e Josefa Batista Lopes (Departamento de Serviço Social) - ambas coordenadoras do Observatório de Políticas Públicas e Lutas Sociais.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

CASTELO ESCONDE O VLT DA PROPAGANDA ELEITORAL

Monitorado por pesquisas, que indicam a péssima repercussão do VLT feito de última hora, o prefeito João Castelo (PSDB) ocultou o tema da propaganda no rádio e na TV.

Castelo fez um cálculo errado ao colocar um trem de vitrine no Aterro do Bacanga, acreditando que a população iria acreditar na obra sem planejamento nem licitação, feita de última hora.
Derrubada de árvores começou. Se a obra continuar a devastação será em toda a avenida dos Africanos

Ocorre que o VLT, da forma como foi implantado, virou-se contra o prefeito, provocando um enorme estrago na campanha de Castelo. Por isso ele retirou o trem da propaganda.

Para colocar o vagão-vitrine, Castelo demoliu o Circo da Cidade e desmanchou os campos de areia nas proximidades da choperia Marujo. Além disso, cavou uma vala na rotatória de acesso à área Itaqui-Bacanga, provocando mais caos no trânsito.
O traçado inicial do VLT precisou ser refeito...
...porque tem um posto de combustível no meio do caminho

Esse conjunto de procedimentos desastrados, sem planejamento, atraiu a ira dos artistas e do público que freqüentava o Circo da Cidade. Castelo praticou um crime contra a cultura ao desativar um dos espaços culturais mais importantes de São Luís.

O prefeito destruiu também os campos de areia, inviabilizando a “pelada” de centenas de jovens e adultos que moram nas proximidades do Aterro do Bacanga. Em uma cidade com raros espaços de lazer, os poucos campos são muito disputados na cidade.
Os campos de areia do Aterro do Bacanga foram destruídos

A vala na rotatória próxima à capela de São Pedro deixou ainda mais caótico o trânsito dos moradores de 46 bairros do eixo Itaqui-Bacanga, da comunidade da UFMA, da Vale e do Porto do Itaqui.

Qualquer pessoa sensata defende melhorias no trânsito de São Luís. É uma exigência de toda a cidade: dos motoristas, ciclistas e pedestres.

Mas o VLT de Castelo, sem licitação nem planejamento, só serviu até agora para causar transtornos e inspirar as piadas do criativo povo ludovicense, que vive inventando traduções para a sigla.

Na última piada, contada perto do Terminal da Integração da Praia Grande, um amigo perguntava ao outro:

- Sabe o que significa VLT?

- Não, o que é?

- Vai Lascar Tudo. É o que vai acontecer com Castelo no segundo turno.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

PETISTAS COM EDIVALDO HOLANDA JUNIOR

O vice-presidente do PT estadual, Augusto Lobato, convida os petistas alinhados ao campo democrático-popular para um ato de apoio ao candidato a prefeito Edivaldo Holanda Junior (PTC).

Augusto Lobato representa o PT de luta, não alinhado à oligarquia Sarney. Veja o convite.

C O N V I T E

O vice-presidente do Partido dos Trabalhadores, Augusto Lobato, convida os eleitores, filiados, dirigentes e parlamentares do PT para manifestar o apoio dos petistas à candidatura de Edivaldo Holanda Júnior e Roberto Rocha à Prefeitura Municipal de São Luís, no dia 19 de outubro, sexta-feira, no auditório do Sindicato dos Ferroviários, a partir das 19hs, em um ato pela mudança política do Maranhão e pela aliança com as forças democráticas e populares do nosso estado.

CASTELO DEVE PERDER HUMILHADO

Todo castigo político para o prefeito João Castelo (PSDB) é pouco. A se confirmarem as pesquisas, a vitória de Edivaldo Holanda Junior (PTC) será retumbante, humilhando a tucanagem castelista.

O prefeito vai receber o troco pelas torturas políticas que praticou contra a população de São Luís nos últimos três anos, deixando a cidade abandonada, as crianças sem escola, o lixo e os buracos em todos os bairros, as filas e os ônibus aos pedaços nos terminais da integração.

A derrota de Castelo é um sinal de que a população de São Luís virou as costas para o penúltimo coronel. E pode desencadear uma onda de rejeição ao coronel-mor José Sarney (PSDB) em 2014.

Há um sentimento de renovação na política do Maranhão, manifesta na rejeição do prefeito Castelo e na candidatura de Washington Oliveira (WO), do PT sarneísta, quarto colocado na disputa, com míseros 56.328 votos (11,02%).

O Maranhão começa a dizer não aos políticos ultrapassados. Isso não significa dizer que Edivaldo Holanda Junior (PTC) venha a ser a essência da pureza e vá fazer uma revolução em São Luís.

Edivaldo tem limitações e alianças com forças conservadoras, mas deixar Castelo ganhar de novo será um retrocesso para São Luís, que pode ficar sem qualquer chance de recuperação.

Edivaldo não é santo nem puro, mas Castelo é o pior subproduto do sarneísmo, aquilo que há de péssimo na política do Maranhão.

Chega de atraso. Fora Castelo!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

CAEMA: A FALTA D’ÁGUA E O ESGOTO DA NOTÍCIA

Todos os dias quando acordo, ligo o rádio, leio jornais ou acesso sites, o noticiário é sempre o mesmo, especialmente uma lista de bairros que ficarão com as torneiras vazias.

A cada 15 dias a Companhia de Saneamento Ambiental (Caema) anuncia a falta d’água em 40 bairros ou mais. Aquilo que deveria ser um critério de imprevisibilidade, a falta, passa a ser notícia corriqueira em São Luís.

Os releases distribuídos aos meios de comunicação também são padronizados. Ao final da lista dos bairros penalizados, a direção da Caema afirma que a suspensão no fornecimento d’água está ocorrendo para fazer a manutenção da rede de abastecimento.

Quinze dias depois, a notícia repete, falta água e a manutenção continua. A notícia se esgota e deixa os moradores de São Luís esgotados em dois sentidos: pelo cansaço físico ao ter de carregar água em baldes e pelo abuso de ler, ver e ouvir a mesma conversa fiada o ano inteiro.

Mais grave é ter de pagar a conta inteira por um serviço oferecido pela metade. O governo/Caema cobra a população sem fornecer com regularidade um insumo básico – água – para a dignidade de um ser humano.

Há mais de 50 anos no poder, a oligarquia Sarney não fornece sequer água à maioria da população, mas cobra a conta. Trata-se de algo tão deplorável e, portanto, difícil de definir como miséria política ou política miserável.

O mesmo ocorre com a despoluição milagrosa das praias de São Luís. De repente, como num passe de mágica, o secretário de Saúde Ricardo Murad (PMDB) mergulha no Calhau para anunciar a balneabilidade do mar da ilha.

Semanas antes, o noticiário do próprio governo Roseana Sarney (PMDB), com intensas reportagens do Sistema Mirante, apresentava as praias tomadas por coliformes fecais.

A despoluição instantânea ocorreu sem que a Caema construísse nenhuma estação de tratamento de esgoto ou fizesse qualquer fiscalização sobre os pontos de lançamento de esgoto.

Em qualquer parte da grande orla de São Luís os esgotos são jogados in natura no mar, embora o noticiário oficial tente enganar a população.

As notícias sobre falta d’água conseguem pelo menos esgotar/cansar a população, mas as notas e fotos sobre a despoluição das praias entraram para o anedotário da cidade.

Ninguém acreditou no mergulho limpo de Ricardo Murad no Calhau. Virou piada a conversa fiada sobre as praias despoluídas.

LIVRO SOBRE RÁDIO É FINALISTA DO PRÊMIO JABUTI

Fonte: Compos/SBPJOR

O livro 70 anos de Radiojornalismo no Brasil – 1941- 2011 é um dos finalistas do Prêmio Jabuti 2012, na categoria Comunicação. Publicado pela Editora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e organizado pela professora Sônia Virgínia Moreira, o livro é fruto de um trabalho coletivo do Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. Com 22 textos, a obra reflete sobre os 70 anos do radiojornalismo brasileiro, inaugurado com o Repórter Esso.

A professora Sônia explica que o rádio, como é conhecido hoje, teve início no Brasil em 28 de agosto de 1941, data da primeira edição do Repórter Esso, transmitido em ondas médias e curtas pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Antes, funcionara de modo experimental na Rádio Farroupilha, de Porto Alegre, com a voz que se tornaria a marca principal do programa: a do locutor gaúcho Heron Domingues.

A professora lembra que, das principais contribuições do Repórter Esso, três merecem ser assinaladas: “Introduzir no Brasil o noticiário com linguagem própria para o rádio; instituir, nas emissoras de rádio, horários pré-determinados para os jornais falados e organizar um Manual de Produção, o primeiro destinado à elaboração de noticiário radiofônico no Brasil”.

Os artigos do livro 70 anos de Radiojornalismo no Brasil – 1941- 2011 são apresentados em quatro seções. Na primeira parte, intitulada Jornalismo de Rádio: referencial histórico, cinco autores abordam momentos distintos do jornalismo radiofônico. Luiz Artur Ferraretto traça uma evolução do radiojornalismo a partir do Repórter Esso até o momento de convergência de mídia; Valci Zuculoto analisa o modelo presente na origem das notícias para o rádio; Flávia Bespalhok relata o surgimento e a evolução do jornalismo na Rádio Continental do Rio de Janeiro; Ana Baumworcel resgata período singular da cobertura jornalística no rádio ao recuperar as formas de resistência do discurso sonoro na Rádio Jornal do Brasil AM; Pedro Vaz reconstrói depoimentos e imagens que marcaram o Repórter Esso.

A segunda seção do livro – A notícia, a reportagem, o repórter de rádio – reúne os artigos de Nélia Del Bianco sobre as transformações do jornalismo e da notícia considerando as tecnologias digitais; de Francisco Sant’Anna sobre o principal e mais premente desafio do jornalismo de rádio hoje no Brasil – o de produzir informação sem jornalistas, com grande dependência nas fontes; de Dóris Haussen, sobre a circulação da informação em emissoras de rádio no Brasil, na Argentina e no Uruguai; de Débora Lopez sobre o Repórter Esso e o modelo de sínteses radiofônicas contemporâneas; de Júlia Oliveira Silva e Patrícia Rangel sobre o papel e as possibilidades da série de reportagens e do documentário no rádio; e o de Leandro Olegário, que aponta a influência do Repórter Esso em dois exemplos de sínteses noticiosas de emissoras gaúchas.

Na terceira parte, dedicada a Linguagens e Públicos do rádio e do radiojornalismo, Mágda Cunha analisa o papel do ouvinte no rádio; Cida Golin, Ana Laura de Freitas e Natália Pianegonda exploram formatos do jornalismo cultural no rádio; Marcelo Cardoso apresenta considerações sobre as narrativas no rádio; Edgard Patrício relata experiência de radiojornalismo educativo; e Dioclécio Luz aborda o jornalismo nas rádios comunitárias.

A quarta e última parte do livro está reservada a Análises Regionais. Luciana Miranda apresenta dados históricos e contemporâneos do radiojornalismo no Pará; Vera Raddatz compara os programas jornalísticos de emissoras situadas nas fronteiras dos estados do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso do Sul; Eliana Albuquerque analisa as formas de produção e os desafios que se apresentam para os jornalistas e o jornalismo em emissoras do sul da Bahia; Moacir Barbosa de Sousa registra as etapas de desenvolvimento do radiojornalismo da Paraíba; Graziela Bianchi e Marta Maia comparam a recepção de programas jornalísticos em emissoras das cidades de São Paulo e Porto Alegre; e o grupo de autores formado por Nair Prata, Wanir Campelo, Waldiane Fialho, Ângela de Moura e Sônia Pessoa apresenta o resultado de levantamento inédito realizado nas instituições de ensino superior de Belo Horizonte para detectar as formas de abordagem do rádio em Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs).

O Prêmio Jabuti
A história do Prêmio Jabuti começa por volta de 1957, quando a Câmara Brasileira do Livro decidiu premiar autores, editores, ilustradores, gráficos e livreiros que mais se destacassem a cada ano. A primeira premiação ocorreu no final de 1959, quando foi laureado, por exemplo, o escritor Jorge Amado, na categoria Romance, pela obra Gabriela, Cravo e Canela.

A primeira edição do Jabuti premiava apenas sete categorias, hoje são 29, contemplando todas as esferas envolvidas na criação e produção de um livro, passando pela tradução, ilustração, capa e projeto gráfico, além das categorias tradicionais como romance, contos e crônicas, poesia, reportagem, biografiam comunicação e livro infantil. Por sua abrangência, o Jabuti é considerado o maior e mais completo prêmio do livro no Brasil.

A apuração da segunda fase do 54º Prêmio Jabuti será realizada no dia 18 de outubro e a cerimônia de premiação acontece no dia 28 de novembro, em São Paulo.

SERVIÇO
Livro: 70 anos de Radiojornalismo no Brasil – 1941- 2011
Organizadora: Sônia Virgínia Moreira
Contato: soniavm@gmail.com

terça-feira, 16 de outubro de 2012

PSTU PREGA VOTO NULO NO SEGUNDO TURNO EM SÃO LUÍS

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU), que teve Marcos Silva como candidato a prefeito, divulgou nota expondo a posição do partido no segundo turno. Veja:


POR QUE VOTAR NULO?

O PSTU, após o encerramento do 1º turno nas eleições municipais em todo país, vem a público externar sua posição em relação ao segundo turno.

Em nível nacional, os partidos da base do governo Dilma derrotaram a Oposição de Direita (PSDB-DEM-PPS) na grande maioria das cidades, embora PT e PSDB ainda disputem o segundo turno em grandes cidades como São Paulo.

A falsa polarização entre PT e PSDB acaba depois das eleições, quando estes partidos e seus aliados passam a aplicar uma política de ataques aos direitos dos trabalhadores e de precarização dos serviços públicos. É quando os partidos esquecem as promessas feitas no horário eleitoral e passam a governar para os empresários que financiam suas campanhas milionárias.

Por isso, é necessário unir forças com os trabalhadores para barrar os novos ataques dos governos, principalmente a nova reforma da previdência do setor público e os ataques aos direitos conquistados na legislação trabalhista do setor privado.

No Maranhão, o grupo Sarney apesar de sair vitorioso em aproximadamente 80% dos municípios, não conseguiu emplacar seus candidatos “oficiais” em grandes cidades como Imperatriz, São Luís, Timon, Santa Inês, Balsas e Caxias. Este resultado deixa em aberto a crise dentro da Oligarquia em relação à sucessão de Roseana em 2014.

Em São Luís, o PSTU, com as candidaturas de Marcos Silva, Kátia Ribeiro e de seus vereadores, criticou o abuso de promessas feitas pelos candidatos e mostrou a vida como ela realmente é. Saímos fortalecidos politicamente destas eleições, cumprindo um importante papel de denunciar a democracia dos ricos e poderosos que excluem nossa população e apresentou aos trabalhadores e a juventude da cidade um programa de mediação para combater as injustiças sociais.

Enquanto isso, a maioria das candidaturas postas na capital defendeu um mesmo projeto: dizem governar para todos, mas estão ligados aos ricos e grupos tradicionais que controlam a politica de nossa cidade e do nosso Estado por décadas e são os responsáveis pelo caos e a miséria da população.

Os dois candidatos que foram ao segundo turno, Edivaldo Holanda Jr. e Castelo, eram até bem pouco tempo aliados na Prefeitura. Castelo é um político tradicional da direita, iniciou sua carreira política na Ditadura Militar, chegando à Prefeitura em 2008 com promessa de grandes obras. Edivaldo, entrou na política através do pai, político aliado dos Sarneys, sendo o vereador mais votado na coligação que elegeu Castelo e hoje tem como principais aliados Weverton Rocha e Aziz, processados por corrupção durante o governo Jackson Lago. Castelo e Edivaldo juntos contribuíram para instalar o caos em todos os setores do município. Por essas razões, chamamos o voto nulo neste segundo turno.

Manteremos nossa luta diária por uma sociedade justa, igualitária e socialista e na defesa dos trabalhadores e da juventude por melhores condições de vida e conclamamos, desde já, o PSOL e o PCB para estarmos juntos nas lutas diárias de nossa cidade e de nosso Estado.

Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU)

São Luís, 10 de outubro de 2012