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quarta-feira, 6 de abril de 2011

GERALDO IENSEN COMENTA O LIVRO "AS CHAPADAS E OS BACURIS", DE MAYRON RÉGIS


O jornalista e escritor Geraldo Iensen fez uma resenha poética acerca do novo livro do jornalista Myron Regis, sobre o cerrado maranhense ameaçado pelas monoculturas. Veja:



"Amar o Brasil é a amar a Terra, os brasileiros, os índios, as árvores, as onças que esturram nas praias do rio das Mortes, os tatus que se enterram nos cerrados. Como amar essas coisas tão intocáveis? Eu conto: amar tudo isso é sobrevoar embasbacado o meu amado Goiás e ver seu chão coberto de intervenções humanas em larga escala; é atravessar as estradas vermelhas do Mato Grosso e sofrer ao ver a soja invadindo os buritizais e o paricá se tornar tapete no Pará; é passar pela região do Maracaçumé, no Maranhão e ver com amargura que o lindo rio agoniza e que a floresta amazônica sumiu sem deixar vestígio. Amar o Brasil é sentir-se feliz com o calor úmido da comunidade São Raimundo, escondida no meio do nada na chapada, nas nascentes do rio Preguiças."



LEIA O TEXTO INTEGRAL EM: http://territorioslivresdobaixoparnaiba.blogspot.com/2011/04/geraldo-iensen-comenta-o-livro-as.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

POESIA NO SEBO DO CHIQUINHO

No “Papoético” do Sebo do Chiquinho desta quinta 7, às 19 horas, haverá o lançamento do livro de poesia “Na Asa Turva da Vertigem”, do poeta Morano Portela, vencedor do Concurso Literário e Artístico Cidade de São Luís em 2009.


Os encontros no Sebo do Chiquinho reúnem pessoas interessadas em arte e cultura para um diálogo descontraído, sob a mediação de algum especialista em literatura, artes plásticas, cinema, teatro, dança, patrimônio cultural etc.


Além de vender livros, Chiquinho aluga filmes e vende CDs. Quem quiser pode levar o seu disco para tocar. Há espaço para leituras de poesia e trechos de contos, performances e canjas musicais.


Lá rola jazz, blues, MPB, rock etc. Funciona em um pequeno barzinho, tem água mineral e bombom da roça para os abstêmios.


O SEBO MUDOU DE ENDEREÇO


Agora está na rua dos Afogados 384 – altos. Fica na esquina da rua dos Afogados e rua São João. A entrada é por uma porta lateral na rua dos Afogados. Abra o portão de ferro e suba uma escada. Na esquina funciona a ótica Pupila.

terça-feira, 5 de abril de 2011

ACERTOS E ERROS DE JACKSON LAGO

O Maranhão perdeu ontem o ex-governador Jackson Lago (PDT). Nessa temporada tão cruel de abandono de São Luís, vêm sempre as boas lembranças da primeira gestão do prefeito Jackson Lago (1989 - 1992), pautada no bordão "Trabalho e Honestidade".

Lago arrumou a cidade e obteve reconhecimento nacional pela sua administração. Até Caetano Veloso, em um show realizado no antigo Espaço Cultural, no fim dos anos 1980, elogiou Jackson.

Lago governou a cidade novamente de 1997 a 2000, mantendo ainda os princípios do início da carreira, mas vacilou ao fazer uma parceria institucional com o grupo Sarney, em 2000, na famosa coligação vitoriosa em que aparece brindando champanhe com Roseana Sarney.

Aquela aliança de Lago e Sarney surpreendeu e decepcionou a todos que votaram em Jackson tantas vezes para prefeito e deputado. Começou aí uma série de desvios e acertos, dentro e fora da lógica política.

Registre-se que foi uma aliança sem necessidade no contexto das obviedades da política porque o prefeito era muito bem avaliado. Mas havia outros interesses em jogo.

Na aliança de 2000, Roseana e Jackson combinavam o jogo de 2002, quando ela seria candidata à Presidência da República e ele ao Governo do Maranhão.

Porém, no meio do caminho veio a "Operação Lunnus", o projeto de candidatura presidencial de Roseana derreteu rapidamente e Jackson Lago voltou à oposição.

Atravessando o tempo, Jackson elegeu-se governador em 2006, com o apoio decisivo do governador José Reinaldo Tavares, recentemente rompido com o grupo Sarney. Chegava ao poder a "Frente de Libertação do Maranhão", reunindo um espectro partidário que ia do PDT ao PSDB.

Com a hegemonia do PSDB, a frente governou sob denúncias de corrupção e Lago teve uma morte política em 2009, ao ser cassado pelo TSE, em circunstâncias que todos conhecem. Nunca antes na história deste país um tribunal foi tão diligente.

Na eleição de 2008, ainda antes de ser cassado, Lago comete outro erro: o apoio à candidatura de João Castelo (PSDB) à Prefeitura de São Luís. Uma falha tão grave quanto a aliança com Roseana em 2000.

Em 2010 Lago volta à guerra, em nova disputa ao governo, mas já abalado pelo abandono dos seus principais beneficiários nos bons tempos do Palácio dos Leões. O primeiro a deixá-lo foi o prefeito João Castelo, eleito com o apoio do governo.

Outros seguiram o mesmo caminho, acolhendo-se à sombra do governo Roseana, sem o mínimo respeito ou solidariedade a Jackson Lago.

O ex-governador teve muitos méritos. Um deles foi a fidelidade da vida inteira ao PDT que ajudou a fundar junto com Leonel Brizola. Foram os trabalhistas o esteio de quase todas as candidaturas vitoriosas em São Luís, desde 1989, e ao governo do Maranhão, em 2006.

Ele foi fiel também aos seus amigos e aos seus princípios, nem sempre tendo a reciprocidade necessária. Em várias circunstâncias, via-se cercado de aproveitadores e bajuladores de todos os ocupantes do Palácio dos Leões.

A vitória de Lago em 2006, com o apoio de José Reinaldo Tavares, serviu para romper a barreira do medo no Maranhão. Na campanha ao Governo do Estado, em 2010, os prefeitos já não temiam reunir-se com os candidatos da oposição e declarar apoio.

Jackson Lago deu um passo importante no processo de reconstrução do Maranhão. No pouco tempo de governo, antes de ser cassado, abriu o caminho para outras possibilidades além do mais do mesmo Sarney.

A eleição e o mandato interrompido de Jackson, sem julgar os méritos, começou a derrubar essa muralha de pavor que domina o nosso estado desde os tempos de Vitorino Freire. Conseguiu mostrar que o Maranhao não tem um só dono eterno.

A muralha abalada ainda resiste, mas não ficará pedra sobre pedra.


Que Jackson Lago descanse em paz.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O DILEMA DE FLÁVIO DINO

O ex-deputado federal Flávio Dino (PC do B) está diante de uma decisão difícil de tomar, diante da pergunta: “ser ou não ser candidato a prefeito de São Luís em 2012?”

Se entrar na disputa pode atrair simultaneamente a ira dos seus principais adversários nas duas últimas eleições (2008 e 2010), respectivamente, o prefeito João Castelo (PSDB) e a governadora Roseana Sarney (PMDB).

Uma eventual candidatura de Flávio Dino levaria a uma aliança Castelo-Roseana logo no primeiro turno. Com a força das máquinas municipal e estadual, o prefeito e a governadora juntos são praticamente imbatíveis.

A vitória de Roseana Sarney na região metropolitana, em 2010, é sinal forte de uma nova dinâmica eleitoral na ilha. Roseana ganhou com o apoio do prefeito João Castelo, que mandou a Câmara Municipal agir nos bairros da capital.

O eleitorado de opinião encolheu em São Luís. Eleição majoritária aqui é decidida na periferia da ilha, onde os presidentes de associações e uniões de moradores atuam sob a mediação dos vereadores.

Uma candidatura de Flavio Dino seria viável em uma ampla articulação dos partidos de oposição. Dino teria de trabalhar também o delicado apoio do PT, essencial em uma aliança devido ao tempo de propaganda eleitoral.

Mas o PT não é seguro. Não há mais garantia de respeito às decisões de encontros e congressos. O partido já não faz sequer o que mais gostava: reunião.

Os diretórios de São Luís e o regional estão praticamente desativados. Agrava-se ainda a força pragmática do PT na vice-governadoria de Roseana, submissa aos interesses do grupo Sarney.

Flavio Dino precisa agir com cuidado e consultar os oráculos, ou seja, as pesquisas de opinião. Às vezes é melhor recuar, como ensinava o velho camarada Lênin: um passo atrás para dar dois à frente.

Em 2012, Dino poderia agir como catalisador de várias eleições em municípios estratégicos, costurando apoios para uma candidatura ainda mais consistente em 2014.

Ficar fora de uma disputa à Prefeitura de São Luís agora não significa anulação para o jogo de governador daqui a três anos.

Porém, os ensinamentos passados dizem o contrário. O único governador eleito em oposição ao grupo Sarney, Jackson Lago (PDT), governou São Luís três vezes.

Costumava-se dizer que São Luís era o farol da oposição, com base no velho jargão da “ilha rebelde”. Mas Jackson Lago acabou perdendo na capital em 2010.

Há também de observar as variáveis. Seria um bom cenário para Dino se Castelo e o grupo de Roseana tiverem candidaturas distintas em 2012. Nesse caso, abre-se a brecha para uma frente do campo democrático-popular.

São muitos cenários. O tempo urge e a cidade espera. Dino pode recuar, acumulando para o futuro, ou arriscar mais uma vez agora, quando só o imponderável da política vai trazer novas revelações.

domingo, 3 de abril de 2011

GUERRA NO CORPO

a moça cansada


recupera o fôlego


à sombra


após a maratona


de ginástica


o bicho-preguiça


devorou


o homo fitness

sexta-feira, 1 de abril de 2011

49 ABANDONAM O PSOL APÓS A ENTRADA DE EX-PETISTAS

No manifesto “O PROCESSO DE DEGENERAÇÃO DO PSOL”, 49 integrantes do partido expõem os motivos da debandada. Sobraram críticas a Heloísa Helena, à direção nacional e às tendências internas da legenda.

A filiação dos ex-petistas Haroldo Sabóia e Franklin Douglas foi a gota d'água para um processo de insatisfação dos psolistas maranhenses com a direção nacional do partido, expressa o manifesto.

De acordo com o advogado Nonato Masson, os novos filiados asseguraram o ingresso no partido com apoio da maioria da direção estadual. Ainda segundo Masson, apenas 8 integrantes do diretório pediram desfiliação, do total de 25.

Saíram os ex-candidatos a prefeito (2008) e governador (2010) Paulo Rios e Saulo Argangeli, o presidente do diretório estadual Rogério Costa, o presidente do Sindicato dos Bancários David Sá Barros, o presidente do diretório de Imperatriz Wilson Leite, o professor Saturnino Moreira e outros.


Ficaram no PSOL Nonato Masson, o professor Carlos Leen (Imperatriz) e militantes que pretendem ampliar o partido, sem sectarismo. O sindicalista Valdeny Barros, atual secretário geral, vai assumir interinamente a presidência do PSOL no Maranhão.


O grupo formado por Masson, Leen e Barros criticava o método centralizador do grupo de Paulo Rios. Um dos atritos ocorreu na eleição de 2010, quando a candidata ao Senado, professora Socorro, de Paço do Lumiar, teve de entrar na Justiça para participar da propaganda eleitoral do PSOL na televisão. A maior parte da propaganda foi exclusiva de Paulo Rios.


Veja a íntegra do MANIFESTO:


“É preciso sonhar, mas com a condição de crer em nosso sonho, de observar com atenção a vida real, de confrontar a observação com nosso sonho, de realizar escrupulosamente nossas fantasias. Sonhos: acredite neles”. [Vladimir Ilich Ulyanov, Lenin]


Os que subscrevem este documento são os que construíram o PSOL em nosso Estado. Alguns, desde o primeiro instante; outros, engrossando nossas fileiras ao longo da caminhada; alguns, hipotecando vidas familiares, profissionais, carreiras; outros, trocando suas comodidades pessoais pelas agruras das nossas exigências partidárias.


Mas todos firmemente decididos a fazer triunfar não um projeto político qualquer, mas o projeto político do socialismo. Por isso, em 2004, quando do seu momento inicial, escolhemos um programa socialista e um estatuto que definiria o perfil de um partido de esquerda, autêntico e revolucionário, para superar a lógica perversa do capital e implantar o socialismo.

Nestes sete anos de trajetória, nos quais inúmeros militantes deram sua contribuição à construção do PSOL em vários municípios maranhenses, buscamos levar o partido à classe trabalhadora no campo e na cidade, cumprindo fielmente nosso papel pedagógico de instrumento de educação das massas, agregando-as conscientemente às lutas pelo socialismo.


Não nos esqueçamos que o Maranhão, historicamente, permanece no estado de pobreza extrema e por isso mesmo tem os piores indicadores sociais e econômicos do País.


Aqui, com o patrocínio escancarado do governo do PT, a mais longeva oligarquia regional não somente sobrevive, mas dá sinais de longa sobrevida. Por isso mesmo, é imperioso ser firme no caminho traçado e não se deixar confundir. Persistir no combate à oligarquia sarneísta, mas combater igualmente suas ramificações travestidas de “libertação”.

Infelizmente, o PSOL traiu o seu projeto original. Em menos de uma década, degenerou completamente. Não o dizemos por dizer. Basta olhar o que aconteceu nos congressos nacionais nesse período. Limitaram-se às disputas em torno do poder interno, pelo controle da direção, pelo aparato partidário e pelas definições eleitorais.


A discussão que de fato interessava, em torno da intervenção do Partido nas lutas sociais, passou longe e despercebida. De um partido de base, organizado em núcleos, transformou-se em um partido loteado entre chefetes que pensam ser donos das vontades e das inteligências dos seus militantes.


Organizado em tendências, é de fato uma federação de “potências soberanas”, na expressão de Lênin, incapaz de superar a eterna luta interna que o paralisa diante das exigências da luta concreta diária. Paralisado, reduziu-se ao papel de mero espectador.


Paralisado, assiste impotente ao recebimento de ajuda financeira em campanha eleitoral proveniente dos cofres de grandes empresas capitalistas tais como a Gerdau e a Taurus que financiaram a campanha de Luciana Genro no Rio Grande do Sul. Paralisado, vê estarrecido sua Presidente, à época, Heloisa Helena fazer campanha para candidato de outro partido.


Paralisado vê o Senador eleito pelo Amapá Randolfe Rodrigues ter recebido apoio político do grupo do Senador José Sarney. Os escândalos internos sucedem-se sem que nada aconteça.


Nada acontece porque, em primeiro lugar, a base partidária está excluída de toda participação concreta, efetiva, nos rumos do partido; e, depois, porque em razão dos acordos internos, os grupos ou outros nomes que lhes queiramos dar, num eterno traçar de alianças, evitam o necessário enfrentamento dessas questões.


O partido anulou-se. Não existe. Existem os grupos, as tendências, as subtendências, os chefes, os parlamentares, mas não o Partido. Existem as preocupações eleitorais, mas não a preocupação com a democracia interna, com a compreensão do País, com a construção da necessária autoridade moral sem a qual jamais será possível aspirar a, um dia, ajudar na revolução brasileira.


Em 7 anos o PSOL transformou-se numa caricatura do PT, uma vez que repete e aprofunda as práticas políticas daquele partido, práticas estas que o transformaram num partido corrupto e agente da ordem capitalista, destruidor dos direitos da classe trabalhadora e favorecedor dos interesses burgueses.

Ao contrário do que a classe trabalhadora esperava, o PSOL rebaixou o seu programa e rapidamente caducou, frustrando as enormes esperanças das massas e tornando-se um partido meramente eleitoral sem um conteúdo de classe ou de ferramenta de superação da ordem burguesa.


No Maranhão, da Direção Nacional jamais recebemos qualquer tipo de ajuda. De nenhuma natureza. Para tornar este ponto claro: do fundo partidário, por exemplo, nunca um único centavo ajudou a luta do PSOL no Estado. Talvez porque sempre nos recusamos a participar da política rasteira, conservadora e autoritária que hoje domina o Partido.

Não bastasse isso, temos sofrido, na prática, intervenções sucessivas, não apenas nas nossas instâncias estaduais, mas, sobretudo, nas decisões democráticas dos nossos filiados, como no caso da escolha dos candidatos ao Senado, agora repetida com filiações decididas sem sequer uma consulta.


Querem empurrar-nos goela abaixo figuras como Haroldo Saboia e Franklin Douglas, que, conforme documentos públicos, há menos de 5 meses, defendiam o governo Lula e todas as suas políticas de ataque aos trabalhadores, sucateamento dos serviços e órgãos públicos, privatizações, pagamento exorbitante da dívida pública, reforma da previdência em desfavor dos aposentados e assalariados e aliança com a burguesia (aliás, ao amparo de recente Resolução da própria Executiva Nacional do Partido).


Mais ainda: essas pessoas legitimaram e participaram do corrupto governo Jackson Lago que atacou violentamente os trabalhadores e professores com a chamada Lei do Cão, além de inúmeros casos de improbidade e nepotismo amplamente divulgados.


Querem desmoralizar-nos. Não o conseguirão. Ao tomar essa atitude vertical, antidemocrática e desrespeitosa com toda a construção e compromisso que firmamos nesses 7 anos de muito trabalho em todo o Maranhão, a executiva nacional do PSOL mostra a cara de um partido que já pode ser chamado de “novo PT” pelas práticas e conteúdo que passa a tomar na cena política do Brasil e do Maranhão.

Por tudo isso e coerentes com a nossa posição política, decidimos, coletivamente, sair do PSOL. Esta última intervenção foi a gota que fez transbordar o copo. Sair representa manter a nossa coerência e não nos tornar cúmplices dessa virada ideológica, como faz a CST que, entre nós, omitindo-se sempre, apóia, na prática, a política intervencionista e antidemocrática da Direção Nacional; ou como a APS que, desde sua entrada no Partido, jamais moveu uma palha na luta cotidiana dos trabalhadores maranhenses, limitando-se à já conhecida política cupulista em que busca substituir sua absoluta falta de identidade com um projeto revolucionário-socialista por tentativas de alianças eleitorais à margem do projeto partidário; ou ainda como o MES e ENLACE , eternos ausentes da vida partidária do Estado.


O PSOL, já a partir de algum tempo, desprezando a luta social e política, privilegia o mero pragmatismo eleitoreiro. O nosso combate é outro: ele está nas trincheiras e nos embates, o verdadeiro ambiente de constructo de um projeto revolucionário.


Não deixaremos de fazer a luta social e política permanentemente em defesa da classe trabalhadora, através das entidades sindicais e organizações sociais em que cada um de nós atua. No momento certo debateremos e decidiremos qual rumo partidário será tomado por nós.


Aproveitamos para convidar todos aqueles que, ainda no PSOL, possam erguer suas vozes e dizer não a esse processo acelerado de degeneração para que nos juntemos para continuar sonhando com um futuro socialista e libertário.


VIVA O SOCIALISMO!

São Luís, 31 de março de 2011


01) Aldecy Moraes Ribeiro - Previdenciário e do Núcleo Mário Alves


02) Antônia de Jesus Santos Soares - Professora e Municipal de Caxias

03) Antônia Raimunda Alves dos Santos - Professora e Municipal de Caxias


04) Antonísio Furtado – Diretório municipal de São Luís e oposição de professores


05) Carlos Lopes - Profissional liberal e do Diretório Municipal de Imperatriz


06) Claudio Lopes - Marceneiro e do Núcleo Tecendo o Socialismo


07) Cordeiro Marques - Diretório Municipal de São Luís e do Sintes/MA


08) David Sá Barros – Bancário e Presidente do Sindicato dos Bancários


09) Diogo Cabral – Advogado popular e membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/MA


10) Emanoel Chaves – Comerciante e do Municipal de Imperatriz


11) Felix Lima e Silva - Pedreiro


12) Francinete Soares da Silva - Professor e Municipal de Caxias


13) Heliomar Barreto - Estudante e do Diretório Estadual do PSOL

14) Irmão Walter – marceneiro e do Núcleo Tecendo o Socialismo


15) Irisnete Galeno da Silva – dona de casa

16) Joel Silva Costa - Previdenciário e do Núcleo Mário Alves


17) Jorge Luis Pinheiro Ferreira – Previdenciário e do Núcleo Mário Alves

18) José Cláudio Siqueira Mendes – Previdenciário e do Núcleo Mário Alves


19) José de Ribamar Novaes – Médico, previdenciário e do Núcleo Mário Alves


20) Kátia Ribeiro - Oposição dos professores e advogada


21) Lailton Nunes – autônomo e do Núcleo Tecendo o Socialismo

22) Lenilson filho – estudante e do Núcleo Tecendo o Socialismo


23) Luis Carlos - Diretor do Sindicato dos Bancários

24) Luis Fernando Teixeira Coqueiro – Previdenciário e do Núcleo Mário Alves


25) Márcio André – Advogado e militante dos movimentos de pessoas com deficiência


26) Marco Aurélio - Urbanitário e oposição Urbanitária


27) Marcos(cabelo fino) – marceneiro e do Núcleo Tecendo o Socialismo

28) Maria da Conceição Dias Carneiro – Professora e Municipal de Caxias


29) Maria de Nazaré Almeida Lima – Professora, Diretora do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Caxias Professora e Municipal de Caxias

30) Maria do Carmo Alves Avelino – Professora e Municipal de Caxias


31) Maria dos Santos Gomes de Freitas – Professora e Municipal de Caxias


32) Maria Honorina – Dona de casa e do Núcleo Tecendo o Socialismo


33) Marlon Câmara Freire – Diretor do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal-Sintrajufe/MA

34) Maria Dolores da Silva – Diretório Estadual do PSOL e oposição dos professores


35) Naziel silva – Autonomo e do Núcleo Tecendo o Socialismo


36) Nemeziano Carvalho Loura – Servidor Federal e oposição dos federais


37) Paulo Rios - Ex-candidato a Prefeito de São Luís em 2008, Diretor do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal/MA, Membro suplente do Diretório Nacional do PSOL e Professor Universitário


38) Rezzo Júnior - Diretório Estadual do PSOL e oposição de professores


39) Ribamar Arouche – Vigilante e do Núcleo Tecendo o Socialismo


40) Ricardo de Aguiar – Pedreiro e do Núcleo Tecendo o Socialismo


41) Rogério Costa - Presidente do Diretório Estadual do PSOL, Professor Universitário e do Núcleo Tecendo o Socialismo


42) Saturnino Moreira - Ex-candidato a Governador pelo PSOL em 2006, Diretório Estadual do PSOL, Professor Universitário e do Núcleo Tecendo o Socialismo


43) Saulo Arcangeli - Ex-candidato a Governador pelo PSOL em 2010, Presidente do Diretório Municipal de São Luís, Coordenador Geral do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal e MPU-Sintrajufe/MA e da Fenajufe, Membro da Executiva Nacional da CSP CONLUTAS- Central Sindical e Popular


44) Silvana Maria de Oliveira Moura – Professora, Dirigente Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Caxias e Diretório Municipal de Caxias

45) Sonia Maria Silva Santos – Previdenciária e do Núcleo Mário Alves


46) Wagner Sabóia – autônomo e do Núcleo Tecendo o Socialismo

47) Zé Pombo – Funcionário público municipal de São Luís


48) Wellyngton Chaves – Office-Boy e Diretório Municipal de Imperatriz


49) Wilson Leite - Trabalhador assalariado e Presidente do Diretório Municipal de Imperatriz