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quinta-feira, 11 de julho de 2013

UFMA IMPERATRIZ IMPLANTA COLETA SELETIVA NO CAMPUS

Leia o artigo do diretor do CCSST, Marcos Fábio, sobre a campanha


FAÇA SUA PARTE
Marcos Fábio Belo Matos *

Implantamos na Ufma de Imperatriz uma campanha de coleta seletiva para material reciclável. Nada de tão extraordinário. Nada que as escolas de ensino fundamental e médio, pagas e caras, não façam todo ano, dentro da sua ‘pedagogia de projetos’, para justificar o que os pais investem na educação dos filhos, boleto a boleto. Mas é uma campanha que, se der certo, pode servir para muitas coisas. 

Surgiu assim: quando assumimos a direção do Centro, encontramos umas lixeiras estocadas num canto, daquelas de cores variadas, em que cada cor representa um tipo de material a ser coletado: azul para papel, verde para vidro e amarelo para metal (Nota: como quase não temos coleta de vidro, renomeamos a verde para plástico). Decidimos distribuir as lixeiras e seus suportes pelas áreas do campus, mas logo verificamos que apenas deixá-las na paisagem não iria adiantar, as pessoas iam continuar jogando latas, papéis, caixas, restos de comida na lixeira que quisessem.

Então montamos a campanha. Com a ajuda indefectível do pessoal do Núcleo  Assessoria de Comunicação, planejamos tudo. A campanha teria um slogan e uma marca, seria feita com materiais reciclados, quase toda artesanalmente, e englobaria palestras, mostras de vídeo, sorteios, oficinas, intervenção, informação e exortação. Teria ainda uma presença marcante na mídia tradicional e nas redes sociais.  “Acerte a lata” foi o slogan adotado – e tudo gira em torno dele. A campanha contou com o apoio financeiro da Câmara de Dirigentes Lojistas de Imperatriz, que doou as camisas para a equipe da organização e para sorteios.

Outro ponto forte da ação é a destinação do material acumulado. Fizemos uma parceria com a Ascamari (Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Imperatriz) para que eles recolham os materiais e façam a venda, gerando renda para os associados. Assim, ajudamos o meio ambiente, nos tornamos cidadãos melhores e ainda contribuímos para que mais pessoas melhorem suas vidas, financeiramente. A lógica do ganha-ganha.

Nossa intenção é que seja uma campanha não apenas de intervenção, mas de permanência de mensagem e de reeducação de hábitos. Por isso ela vai se estender por uns três meses ou mais. Até que muita gente já esteja acostumada a usar as lixeiras certas para depositar os materiais. E até que possamos pautar essa ideia para novos nichos.

Se conseguirmos, ao final da campanha, fazer com que a comunidade universitária se conscientize de que é possível assumir uma nova postura de destinação do lixo que geramos lá, vai ser legal. Se conseguirmos que as pessoas levem essa prática para as suas casas, o seu trabalho, a sua comunidade, será melhor ainda. Se conseguirmos fazer este projeto sair dos muros da Ufma e alcançar escolas, faculdades, empresas, melhor ainda ainda. Se conseguirmos criar, na agenda do poder público municipal, a pauta da coleta seletiva para a cidade, seria a recompensa ideal.

Mas se nada disso der certo, ainda assim  já valeu a pena. Desde o início da campanha, eu já mudei as minhas práticas quanto ao descarte do meu lixo. Se ela não servir para ninguém (o que eu, definitivamente, não acredito que acontecerá), ela já serviu para mim.

* Jornalista e professor doutor do curso de Jornalismo da UFMA/Imperatriz (marcosfmatos@gmail.com)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

MISSA DE SÉTIMO DIA

  • MÍRIAM CASSAS DE ARAUJO

    A FAMÍLIA E OS AMIGOS DE MÍRIAM CASSAS DE ARAUJO CONVIDAM PARA A MISSA DE SÉTIMO DIA EM SUFRÁGIO DE SUA BONÍSSIMA ALMA, A SER REALIZADA ÀS 18 HORAS, DO DIA 11 DE JULHO, QUINTA-FEIRA, NA IGREJA NOSSA SENHORA APARECIDA, NO COHAFUMA.

    MANIFESTAM DE PÚBLICO O SEU AGRADECIMENTO À EQUIPE DA UTI DO HOSPITAL UDI, NA FIGURA DO CASAL JEANE-CARLOS GAMA, AO MÉDICO JOSÉ LAULETTA NETTO, ÀS EQUIPES DE FONOAUDIÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS, CUIDADORAS E COLABORADORES QUE, COM CARINHO, SOLIDARIEDADE E COMPETÊNCIA, AJUDARAM-NA A DIMINUIR O SEU SOFRIMENTO DURANTE O LONGO E DOLOROSO TRÂNSITO EXISTENCIAL.

    " - ONDE VAMOS, ENFIM? - SEMPRE PARA CASA!"
    NOVALIS

EMENDAS PARLAMENTARES: SOCIEDADE DEVE FISCALIZAR

R$ 18 milhões para São Luís. É o total de recursos solicitados por um grupo de deputados estaduais, através de emendas parlamentares, destinadas a obras na capital.

O bolo de R$ 18 milhões é reivindicado pela bancada de oposição: Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Marcelo Tavares (PSB), Othelino Neto (PPS), Bira do Pindaré (PT), Cleide Coutinho (PSB) e Eliziane Gama (PPS).

Com a destinação das emendas, eles pretendem fortalecer a gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PTC) e, consequentemente, alavancar a candidatura de Flavio Dino (PCdoB) ao governo em 2014. Se as emendas forem aprovadas, obras importantes podem melhorar o desempenho do prefeito.

Mas, entre o anúncio das emendas e a liberação do dinheiro, há um problema: a governadora Roseana Sarney (PMDB). As emendas parlamentares dependem da aprovação e inclusão na peça orçamentária.

Se Roseana vetar, Edivaldo mingua.

FISCALIZAÇÃO

A destinação de emendas parlamentares, individuais e/ou coletivas, é uma prática ritualística nas casas parlamentares. Há inclusive denúncias sobre balcão de compra e venda de emendas no Maranhão.

Geralmente, o governo Roseana Sarney libera as emendas dos aliados e veta os pedidos dos adversários. E o pior acontece depois: não há qualquer controle nem fiscalização sobre a utilização dos recursos.

 Seria de bom alvitre se as entidades organizadas da sociedade civil criassem um comitê de acompanhamento dos gastos públicos no Maranhão.

A Caritas Brasileira detém conhecimento sobre peça orçamentária e vinha realizando um interessante trabalho de "tradução" da complicada linguagem do orçamento às entidades dos movimentos sociais.

Chegou a hora de retomar esse importante trabalho, na esteira dos protestos que pedem o fim da corrupção e melhor aplicabilidade do dinheiro do contribuinte.

Emendas liberadas ficam melhores se forem fiscalizadas, seja de aliados do governo ou da oposição, na prefeitura de Holanda Junior ou no governo de Roseana Sarney.

A lei deve ser para todos.

terça-feira, 9 de julho de 2013

TCU TEM SOMENTE UM OLHO NO MARANHÃO

Se o Tribunal de Contas da União (TCU) abrisse a contabilidade do governo cinqüentenário do Maranhão, renderia manchetes o ano inteiro até na mídia internacional.

Mas, diante de tantos indícios e fatos concretos sobre a enxurrada de corrupção na terra onde José Sarney (PMDB) é coronel, o que faz o TCU?

- Condena o deputado estadual Bira do Pindaré (PT) por uma tomada de contas de 2004, referente ao ano de 2002, quando ele ainda nem era gestor na DRT (Delegacia Regional do Trabalho).

Veja AQUI a resposta de Bira ao jornal O Estado do Maranhão.


Ironia das ironias, a notícia sobre a condenação de Bira veio à tona justamente no período em que o parlamentar vem fazendo uma série de denúncias sobre práticas corruptas no governo Roseana Sarney (PMDB).

Bira foi também um dos principais articuladores, na bancada da oposição, para reverter o Conselho de Gestão Estratégica do governo Roseana, uma sinecura que insulta a voz das ruas no Brasil inteiro.

Outros petistas do Maranhão, aliados da oligarquia Sarney, nunca foram alvo das devassas do TCU, apesar de haver fortes indícios de corrupção dos PTs sarneístas.

Só para lembrar, quando o PT passou pela Secretaria de Estado da Educação, foi denunciado até por formação de quadrilha, nos próprios meios de comunicação da família da governadora.

O PT do vice-governador Washington Oliveira (WO) também “notabilizou-se” pelo recebimento indevido de bolsa de estudo da Fapema pelo sindicalista Fernando Magalhães. O caso caiu no esquecimento.

Em privado, o vice WO chama os próprios correligionários do PT sarneísta de “cracolândia”, devido às práticas nada ortodoxas dos companheiros que o cercam.

Os amigos de Lula e Dilma estão protegidos no Maranhão, principalmente a oligarquia Sarney, para quem o TCU fala manso.

Já os petistas não alinhados a Sarney, como Bira do Pindaré, são vigiados com telescópio pelo TCU. Aquele que denuncia e pede para averiguar acaba sendo investigado e condenado.

Outros, com tantos motivos para serem examinados, passam incólumes aos órgãos de controladoria.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

IMPERATRIZ: CATADORES LANÇAM CAMPANHA PARA COLETA DE MATERIAIS RECICLÁVEIS



A Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Imperatriz (Ascamari), lança nessa terça feira, (9) às 8 horas, no Calçadão, a campanha “Doe seu lixo”, visando diminuir o descarte incorreto dos materiais e conscientizar a população sobre a importância da coleta seletiva.

A Nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305), sancionada em agosto de 2010, propõe melhorar a gestão do lixo a partir da divisão de responsabilidades entre a sociedade, poder público e iniciativa privada. Essa lei, dentre outras determinações, obriga a desativação de lixões e incentiva a prática da reciclagem.

Por esse motivo, a Ascamari faz campanhas e parcerias com a sociedade, tendo em vista a melhoria na qualidade de vida da população e dos próprios catadores que têm seu trabalho facilitado diante da coleta seletiva. “Se as pessoas separassem pelo menos lixo seco do orgânico já seria uma boa ajuda, evitaria muitos riscos para a saúde do catador”, afirma o presidente da associação, José Lima.

A Ascamari possui pontos de entrega voluntária (PEV’s), nos quais podem ser deixados materiais recicláveis como: 

Papel: cadernos, papéis de escritório, jornais, revistas, caixas de papelão e cartazes. 

Plástico: garrafa plástica (PET), canos e tubos, baldes, bacias, sacos e lonas.  

Metal: tampas de garrafas e potes, latas de alumínio, potes, panelas, materiais de ferro, alumínio, cobre e outros metais. 

Óleo: óleo de cozinha.

Para fazer a doação basta separar os materiais listados acima e levar em algum dos pontos de entrega da Ascamari ou entrar em contato com a pessoa responsável pelo PEV de um dos oito bairros da cidade contemplado pela iniciativa:

Bacuri (Ancelma Souza (Celma), (99) 9154-0211 / Rua Coronel Manoel Bandeira, 2852, Bacuri – Casa da Comunidade – Entre Rua Euclides da Cunha e Henrique Dias);

Brasil Novo (Manoel Ortega, (99) 3526-7172 – Rua Carolina, quadra 4, 35 – Entre Rua Tocantins e Araguaína);

Caema - Francisco Gomes (Chico), (99) 9206-1164 / Rua Antônio de Morais, 60, Bairro da Caema – Atrás do prédio da Caema;

Planalto - Maria do Socorro Oliveira, (99)9147-8155 / Rua Dom Marcelino, 91. Conjunto Planalto II – Em frente à igreja Assembleia de Deus Congregação Luz;

São José - Neuziedna Souza, (99) 9174-4557 / Rua São José, 04, São José – Entre Ruas 07 e 08, próximo à igreja Assembleia de Deus Congregação Deus Forte;

Vila Cafeteira (Antônio Teles, (99) 9148-0439 / Rua Duque de Caxias, 125, Vila Cafeteira – esquina com Rua Carolina);

Vila Fiquene - José Ferreira (Zezinho), (99) 9169-4912 / Avenida Cacalzinho, s/n, Recanto Universitário Vila Fiquene – Prédio da Ascamari);

Vila Redenção (Alvino Bezerra (Fininho), (99) 9157-2805 / Rua Caiçara, 501 A, Vila Redenção II).

O material recebido nos pontos é destinado à sede da Ascamari, onde é triado e revendido. O óleo de cozinha é utilizado para confecção de sabão em pedra, detergente, pasta de limpeza geral e de alumínio que posteriormente são revendidos.

Histórico

A Ascamari surgiu em 21 de abril de 2010, através do projeto “Reciclando Vidas”, da Caritas Brasileira, que incentiva práticas de redução, reutilização e reciclagem, colaborando com a inclusão social de catadores de materiais recicláveis.

A associação objetiva unir os catadores de materiais recicláveis de Imperatriz-MA, fortalecendo a classe trabalhadora e preservando o meio ambiente, já que o lixo que outrora enchia o lixão municipal agora tem a destinação correta através da Ascamari. 

A ideia de criar a associação surgiu com José Ferreira Lima, atual presidente da entidade, conhecido como Zezinho. A associação possui 33 catadores associados.

(Assessoria Ascamari)

domingo, 7 de julho de 2013

JUNIOR BOLINHA ESTÁ FALANDO DEMAIS...


Bolinha, agora na cadeia, diz que tem um empreiteiro famoso no comando da execução de Décio Sá

Alguns blogues e o Jornal Pequeno trouxeram à tona uma suposta carta, escrita por Junior Bolinha, na qual ele insinua o envolvimento de um poderoso empreiteiro no esquema para assassinar o jornalista Décio Sá.

Bolinha está preso sob acusação de envolvimento na morte de Sá. O empreiteiro citado é Marcos Regadas, dono da Franere, uma das mais influentes corporações de capital econômico e político no Maranhão.

A reportagem do Jornal Pequeno informa ainda que o consórcio montado para executar Décio teria interesse também na eliminação do promotor do Meio Ambiente Fernando Barreto.

Barreto, atuante na fiscalização das leis ambientais, incomoda muita gente no Maranhão, principalmente as construtoras que erguem condomínios em áreas de preservação e despejam o esgoto sem tratamento nos rios de São Luís.

Sucessão de Roseana

A família Regadas tem matrimônio com a família do ministro Edison Lobão (PMDB). Há quem veja na carta de Bolinha uma intencionalidade, qual seja: queimar as pretensões de Lobão na eleição de 2014.

Como no Maranhão tudo é possível, nada disso está descartado. A governadora Roseana Sarney (PMDB) tem preferência pela candidatura de Luís Fernando Silva.

Um setor da oligarquia, aquele que controla os negócios, não é simpático à candidatura de Lobão pai porque o controle acionário do governo ficaria com o senador Edinho Lobão (DEM), filho do ministro.

Na carta, Bolinha diz que Regadas participou da reunião que tramou a morte de Décio Sá, mas não apresenta provas, apesar de dizer que tem material guardado em vários lugares.

Bolinha está acuado, em busca de abrigo, e pode até entrar no Programa de Proteção a Testemunha.

Enquanto não acha uma saída, vai falando, falando, falando... não se sabe até quando.

Só se sabe é que ele está falando demais!

sábado, 6 de julho de 2013

LIXO: RECICLAGEM CAMINHA DEVAGAR EM SÃO LUIS, APESAR DO ESFORÇO DA ASCAMAR


Um dos objetivos da Ascamar é organizar os catadores e garantir direitos
São Luís passou ao largo dos grandes debates públicos sobre a Lei 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, uma das pautas mais importantes da atualidade.

Enquanto as administrações públicas estão “se lixando” para o lixo, os/as catadores/as carregam nas mãos a célebre frase de Lavoisier: "Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".

Em São Luís, a Associação dos Catadores de Material Reciclável (Ascamar), criada há nove anos, congrega 17 trabalhadores na coleta e seleção de resíduos sólidos.
Equipamentos eletrônicos também são aceitos na Ascamar

Segundo a presidente da Ascamar, Maria José Nascimento, além da coleta feita em quatro áreas de São Luís, a entidade recebe doações de empresas públicas, privadas e de pessoas físicas que separam o lixo doméstico, principalmente garrafas plásticas e embalagens tetrapark.

Editor do blogue entrega pets à presidente da Ascamar Maria José Nascimento

MP e Caritas

Registre-se entre as iniciativas de debate sobre a Lei 12.305/2010 um seminário puxado pelo promotor Fernando Barreto (Meio Ambiente), na tentativa de sensibilizar prefeitos maranhenses sobre a nova dinâmica dos resíduos sólidos no planeta.

A Caritas Brasileira, regional Maranhão, é uma das poucas entidades antenada com o tema. Através do projeto “Reciclando Vidas”, a Caritas vem sensibilizando e cobrando as autoridades sobre as dimensões da cadeia produtiva dos resíduos sólidos.

Implantado em Imperatriz, Buriticupu e Balsas, o projeto “Reciclando Vidas” é desenvolvido em parceria de Caritas Brasileira, Caritas Espanhola e Comunidade Européia. 

“A ideia do projeto é despertar os/as catadores/as para os direitos que têm; despertar o Estado e a sociedade para o reconhecimento e responsabilidades não só para com os resíduos sólidos, mas sobretudo para com os trabalhadores, no contexto dos Direitos Humanos e da garantia de Políticas Públicas para o segmento”, explica Ricarte Almeida Santos, diretor executivo da Caritas Maranhão.

A Lei 12.305/2010 estabeleceu prazo até agosto de 2012 para que as prefeituras extinguissem os lixões, uma tarefa impossível para o Brasil, onde se gasta R$ 1 bilhão com apenas um estádio de futebol, enquanto milhares de pessoas ainda trabalham em situações de degradação humana dentro dos lixeiros.

“Além da absoluta insalubridade, os lixões são ambientes vulneráveis ao uso de drogas, trabalho infantil, violência sexual e a presença de atravessadores, gerando um quadro de profunda violação dos Direitos Humanos”, explica Ricarte Almeida Santos.

Uma das metas do projeto Reciclando Vidas é organizar os catadores e despertá-los para os direitos e a cidadania.

Em São Luís, pessoas físicas, órgãos públicos e empresas privadas interessadas em fazer doações para a Ascamar podem ligar no fone: 8807 0165.