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domingo, 6 de outubro de 2013

UNIVERSIDADE E POLÍTICA: UMA ALIANÇA PELO DESENVOLVIMENTO DO MARANHÃO

Os candidatos ao governo do Maranhão precisam conhecer as pesquisas que estão sendo desenvolvidas no Laboratório de Convergência de Mídias (Labcom), do Curso de Comunicação da UFMA, coordenado pelo professor Marcio Carneiro dos Santos.

Em pouco tempo, o Labcom já demonstrou que é possível desenvolver produtos e compartilhar conhecimentos essenciais à melhoria do cotidiano das pessoas.

Pelo menos dois exemplos merecem destaque: o aplicativo de tradução para turistas estrangeiros, que capta a imagem do cardápio em português e traduz para a língua do visitante; e os experimentos com realidade aumentada, possibilitando novos arranjos tecnológicos ao estudo de História e patrimônio.

São dois produtos fundamentais para as cidades com grande potencial turístico, que podem otimizar consideravelmente o comércio e a fruição estética dos visitantes.

O exemplo do Labcom (veja mais AQUI) é apenas um recorte da vasta produção em pesquisa e extensão desenvolvidos nas universidades e nos institutos tecnológicos do Maranhão.

Outros departamentos devem ter trabalhos exitosos, mas pouco divulgados ou negligenciados no processo de implantação das políticas públicas pelos governos municipais e estadual.

A maioria dos prefeitos está mais interessada na compra de caminhonetes de luxo e apartamentos de R$ 5 milhões na península da Ponta d’Areia.

Pouca coisa se pode esperar do governo Roseana Sarney e do candidato dela, Luis Fernando Silva, sobre a aliança entre ciência, tecnologia e desenvolvimento.

Os governos da oligarquia Sarney não proporcionaram à maioria da população do Maranhão sequer o domínio de uma tecnologia primária: a escrita. O Maranhão ainda é o estado com o maior número de analfabetos funcionais do Brasil.

Nem água encanada, que depende de uma tecnologia relativamente simples, a oligarquia Sarney ofertou ao povo maranhense ao longo de 50 anos.

Enquanto o mundo inteiro alça vôos no mundo digital, o Maranhão se arrasta no passado analógico. O anacronismo da política é tão absurdo que o coronelismo, uma prática humana grotesca, ainda é vigente aqui!

Diante de uma expectativa de mudança anunciada pelos candidatos da oposição, espera-se que incluam nas suas plataformas de governo um diálogo com a Universidade e os outros pólos de produção científica e tecnológica.

Quem pretende mudar o Maranhão precisa dar um salto de qualidade na forma de encarar o conhecimento.

Mas, o interesse dos candidatos pela Universidade não pode se resumir a uma reunião com o reitor para colocar a foto no jornal. 

Tem de ser feito o trabalho completo, um programa permanente de aproximação e diálogo com a produção científica, viabilizando a incorporação dos produtos e serviços da pesquisa e da extensão nas políticas públicas governamentais.

É fundamental, portanto, não confundir o título desse texto com a instrumentalização da Universidade para a promoção de candidaturas.

O exemplo da UEMA é péssimo. Com dois ex-reitores eleitos deputados (Waldir Maranhão federal e Cesar Pires estadual), a instituição está na sétima colocação no ranking das piores do Brasil.

É um atestado de incompetência. E Waldir Maranhão ainda vira destaque nas páginas policiais.

Sinal de que a Universidade não pode ser trampolim político, mas deve servir à política através da produção científica e tecnológica voltada para o desenvolvimento.

O Maranhão precisa superar o atraso em todos os sentidos, na teoria e na prática política. Romper com o sistema oligárquico passa necessariamente pela abertura de uma janela para a ciência e a tecnologia.

Os experimentos do Labcom já ensinaram a ver a realidade aumentada. Só falta os políticos enxergarem melhor.

sábado, 5 de outubro de 2013

2014: FLAVIO DINO FEZ OPÇÃO PELO ATALHO

Terminada a eleição para prefeito em 2008, o PCdoB saiu da campanha com um saldo positivo, apesar da derrota de Flavio Dino para João Castelo (PSDB).

Os comunistas  “perderam ganhando”, porque projetaram um nome para as futuras disputas em cargos majoritários.

Candidato ao governo em 2010, Dino estadualizou o nome e colocou-se na “fila” para assumir o Palácio dos Leões. Derrotado novamente, ganhou a condição de principal liderança de um campo heterogêneo da oposição à oligarquia Sarney.

Mas, nem todos os comunistas tinham o mesmo entendimento sobre o caminho a seguir depois de 2010.

Parte do PCdoB preferia Dino candidato à Prefeitura de São Luís novamente em 2012. Os entusiastas dessa proposta alimentavam os seguintes argumentos: Flavio precisava de uma experiência administrativa bem sucedida e, principalmente, necessitava comandar um núcleo político progressista a partir da capital.

Essa seria a longa caminhada, conjugando uma boa gestão na capital com a formação de um pólo democrático-popular em aliança com os movimentos sociais, sob a hegemonia de um viés de centro-esquerda.

A longa caminhada daria tempo ao tempo e condições de formatar uma plataforma política e administrativa consistente para o Maranhão, que de fato conseguisse romper com os vícios oligárquicos.

Por esse viés, as questões programáticas teriam preponderância sobre o pragmatismo eleitoral.

Outros comunistas advogavam o caminho mais rápido, ou seja, o atalho. Flavio deveria seguir direto para disputar o Palácio dos Leões, liderando a oposição heterogênea e agregando toda e qualquer dissidência conservadora da oligarquia.

E assim foi feito. Dino chegou em 2013 ladeado por Weverton Rocha, Waldir Maranhão, Raimundo Cutrim e Zé Vieira, entre outros.

Ele sabe que, se fizer as alianças apenas com os puros, não ganha a eleição! O pragmatismo eleitoral fala mais alto para quem já sofreu duas derrotas consecutivas.

O caminho pelo atalho empodera a máquina da campanha, amplia as condições materiais de vitória e amedronta o adversário maior. Com todas as armas necessárias para ganhar a guerra, Dino vai para o campo de batalha disposto a tudo para vencer.

O atalho venceu a longa caminhada. Flavio larga na frente, mas o jogo só começou. O inimigo é perigoso. Eleição às vezes é atravessada por aquela máxima perturbadora: o imponderável da política.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A UEMA SUCATEADA, WALDIR MARANHÃO E CESAR PIRES

A divulgação da pesquisa que coloca a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) na 7ª colocação entre as piores do Brasil não recebeu nenhuma nota de solidariedade do governo do Maranhão, principal gestor da instituição.

Eficiente na defesa do governo, a Secretaria de Comunicação (Secom) não refutou a pesquisa que desqualifica a instituição. Sinal de que o ensino superior público não tem qualquer importância para Roseana Sarney e seu secretariado.

Ex-reitor da UEMA, o deputado federal Waldir Maranhão (PP) também não se pronunciou. Pelo contrário, foi pronunciado pela Polícia Federal (PF) como envolvido no esquema de lavagem de dinheiro de prefeituras.

A PF capturou ligações telefônicas entre Waldir Maranhão e um doleiro. O deputado também foi acusado, quando reitor, de utilização político-partidário da universidade. Maranhão "expandiu" a UEMA; porém, o resultado da gestão dele aparece nos indicadores agora como piorada.

Outro ex-reitor da UEMA, o deputado estadual Cesar Pires (DEM) também não proferiu uma palavra para defender a universidade. Líder do governo Roseana Sarney (PMDB) na Assembléia Legislativa, Pires está preocupado mesmo é com a compra e venda dos partidos no Maranhão.

Tenho dito e repetido: a UEMA tem excelentes professores, pesquisadores dedicados, técnicos eficientes e alunos inteligentes e esforçados.

Mas, em que pesem os bons recursos humanos, a universidade estadual nunca foi priorizada pelos sucessivos governos Sarney no Maranhão. Sempre sucateada e entregue aos interesses politiqueiros, a nossa principal universidade mais parece uma pastagem abandonada.

Dos dois ex-reitores, ambos deputados, um aparece nas páginas policiais e o outro acusa os correligionários de venais.

Mas, se você achava que a educação superior do Maranhão está ruim com os indicadores da UEMA, saiba que o deputado Waldir Maranhão, o ex-reitor que afundou a universidade, acaba de requerer a criação da subcomissão "especial" que vai estudar a Reforma Universitária no Brasil. Leia AQUI

Dessa vez, ele promete revolucionar a educação superior. Pode esperar.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

OPOSIÇÃO DENUNCIA A VOLTA DO "BOLSA ELEIÇÃO" NO GOVERNO ROSEANA SARNEY

A bancada oposicionista acaba de denunciar que o bolsa-eleição voltou. Há três meses a denúncia da oposição e as manifestações do povo nas ruas pôs fim ao famigerado “Conselhão”, que bancava 206 aliados políticos da governadora Roseana Sarney com gastos anuais de mais de R$ 14 milhões.

Depois de onze dias extinto, o bolsa-eleição voltou como uma tentativa do governo de continuar bancando os amigos da governadora que perderam as eleições. Durante as investigações, a oposição descobriu uma nova relação de ex-prefeitos e candidatos derrotados no diário oficial do estado (07 de agosto de 2013), novamente nomeados em cargos comissionados no Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial do Maranhão (INMEQ).

A fiscalização da oposição evitou que fossem desperdiçados anualmente mais de R$ 14 milhões dos cofres públicos para que os conselheiros participassem de uma única reunião por mês. Agora que o bolsa-eleição voltou, a liderança da oposição está levantando dados no diário oficial dos novos desvios de função que manchariam as eleições de 2014.

A oposição exigiu no plenário que as próximas eleições sejam limpas, enquanto isso, o líder do governo, deputado César Pires (DEM), na tentativa de defender o governo deste desvio de conduta acabou denunciando a prática de compra de partidos por meio de emendas parlamentares. Mais uma denúncia a ser apurada pela oposição.

Assessoria de Comunicação Deputado Estadual Rubens Jr.
Gabinete Deputado Rubens Jr.
Telefone: (098) 3269-3454

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

“NÃO HOUVE ACORDO ALGUM”, ESCLARECEU BIRA DO PINDARÉ SOBRE A EXPULSÃO DO PT

O deputado estadual Bira do Pindaré descartou as insinuações de que teria feito acordo com o vice-governador Washington Oliveira (WO) para sair do PT. “O conteúdo do documento assinado por Monteiro é de sua inteira responsabilidade e corresponde rigorosamente aos fatos e ao que ele pensa a nosso respeito”, declarou Bira em entrevista exclusiva ao blogue. 

O parlamentar despediu-se do PT após mais de duas décadas de militância, depois de ter sofrido perseguições e retaliações dentro e fora do partido.
Veja a entrevista:
Bira, na oposição a Roseana, incomodou os interesses do Palácio dos Leões e do PT sarneísta
Blogue - Houve algum tipo de acordo ou negociação com o grupo do vice-governador Washington Oliveira para que você saísse do PT?

Bira do Pindaré - Não houve acordo algum. Esse discurso serve apenas para desviar o assunto dos fatos incontestáveis que forçaram nossa saída. Intervenção em 2010, supressão das minhas prerrogativas como secretário de organização do partido, convite público do vice-governador, exclusão da propaganda partidária e a subserviência total à oligarquia. O conteúdo do documento assinado por Monteiro é de sua inteira responsabilidade e corresponde rigorosamente aos fatos e ao que ele pensa a nosso respeito. 

BlogueQual é o sentimento ao ser “convidado a se retirar” do PT e para qual partido pretende ir?

Bira do Pindaré – Fiquei muito triste, afinal de contas dediquei a maior parte da minha vida para construção desse partido, com toda convicção do mundo, e de repente sou obrigado a sair porque o partido foi tomado pela oligarquia no Maranhão. É extremamente doloroso. Recebi convite de seis partidos: PCdoB, PSB, PDT, Rede, Solidariedade e PPS. Estou analisando e devo decidir nas próximas horas devido ao prazo que se encerra dia 5 de outubro. Certamente será um partido do campo democrático e comprometido com a luta da oposição no Maranhão.

Blogue – Como será a vida fora do partido no qual sempre militou?

Bira do Pindaré - Sinceramente não sei. Tudo que eu penso agora é em continuar trabalhando pelo povo, fortalecer a oposição e virar a página da história no Maranhão.

BlogueA quem você atribui as manobras para expulsá-lo do PT?

Bira do Pindaré – Isso é coisa da oligarquia. Esse pessoal me persegue de todas as formas. Não suportam a ideia de alguém que não se vende e não se rende.

BlogueO PT está totalmente dominado pela oligarquia Sarney ou ainda tem jeito?

Bira do Pindaré - Como diz o povo, tá tudo dominado. Confesso minha descrença total de que algo de diferente possa ocorrer no PT do Maranhão, pelo menos até 2014 vai continuar do mesmo jeito, infelizmente. Mesmo assim, desejo sorte à Resistência Petista no PED e torço para ser surpreendido.

Blogue – Você fez uma série de denúncias sobre convênios irregulares no governo Roseana Sarney. Esse posicionamento interferiu na manobra para expulsá-lo?

Bira do Pindaré - Evidente que sim. Nosso mandato tem servido rigorosamente como um instrumento de defesa do povo e isso incomoda muito, sobretudo num Estado como nosso onde predomina o autoritarismo.

Blogue – Quais foram as principais denúncias? Elas tiveram algum desdobramento ou investigação por parte dos órgãos fiscalizadores?

Bira do Pindaré - Estradas fantasmas, convênios fantasmas, conselhão, Detran... Até agora o desdobramento mais importante foi a extinção do conselhão. Importante dizer que fazemos isso ao lado da oposição e em nome da transparência e da democracia. O governo não deve se comportar como se fosse um comitê eleitoral permanente, destinando dinheiro e favores para cabos eleitorais de luxo.

Blogue – Recentemente foi noticiado que você teria sido condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em processo relacionado à sua gestão da Delegacia Regional do Trabalho (DRT). O que tem a dizer sobre esse episódio?

Bira do Pindaré - Essa perseguição é o preço que eu pago por defender o povo. A verdade é que existe um processo, mas ainda pendente de julgamento final. Não existia nada contra mim, nem sequer acusação, mesmo porque trata-se de um contrato licitado na gestão anterior. Logo, se houve irregularidades a responsabilidade não é minha. De modo que esse papo de que estou inelegível é uma canalhice. Mas, graças a Deus, que mentira tem perna curta e quem me conhece sabe da minha índole. Isso não cola.

Blogue – Como você analisa o cenário eleitoral de 2014?

Bira do Pindaré - Será uma eleição plebiscitária. De um lado a oposição, sintonizada com o desejo de mudança do povo, e de outro a oligarquia com seu candidato. Como a oposição nunca largou com tanta força, pode se preparar que vai ser "chumbo grosso". Perseguições, mentira, abuso de poder... Mesmo assim estou confiante de que a oposição vai vencer.

Blogue – Qual a sua avaliação da composição partidária liderada por Flavio Dino? É progressista ou conservadora?

Bira do Pindaré - É uma composição ampla, mas liderada por um pensamento progressista. Aposto muito no Flávio. Ele está consciente de que não queremos trocar apenas um nome por outro. O que nós queremos é a mudança real desse modelo político dominante que é concentrador de poder e concentrador de riqueza. Se o compromisso é esse, há pouco espaço para pensamentos conservadores.

Blogue – Qual o balanço do seu mandato e como pretende atuar caso seja reeleito?

Bira do Pindaré - Faço um balanço positivo dentro da perspectiva daquilo que a gente se propôs. Um mandato atuante, comprometido com os movimentos sociais, alinhado com a oposição e firme na defesa do povo. Se eu for reeleito pretendo seguir o mesmo caminho.

Blogue – O que é fundamental para uma mudança consistente no Maranhão?

Bira do Pindaré - É impossível pensarmos em mudança sem mexer na estrutura fundiária, sem apoiar a economia real e na estruturação de cadeias produtivas, sem universalizar direitos básicos, a exemplo da água e da moradia, e sem investir fortemente na qualidade dos serviços públicos de educação e saúde. Creio que a superação desse quadro de pobreza e a melhoria dos indicadores sociais passam por aí.

EXPULSÃO DE BIRA DO PT TEM OUTRA VERSÃO: HOUVE ACORDO COM WASHINGTON OLIVEIRA?

Bira e Washington: há controvérsias sobre o convite para o deputado sair do PT
Ainda não está totalmente esclarecido o episódio no qual o deputado estadual Bira do Pindaré foi convidado a sair do PT, na versão interpretada como expulsão.

Pela internet, na lista de discussão interna do partido, os opositores de Bira o acusam de ter feito um acordo com o grupo do vice-governador Washington Oliveira (WO) para construir uma saída à francesa, materializada na carta assinada pelo presidente estadual do PT Raimundo Monteiro.

WO, em mensagem postada na lista, foi taxativo: a carta foi escrita por Bira e assinada por Monteiro!

O que poderia ser absurdo – Bira fabricar a carta que o expulsa – tem explicações subterrâneas que só a política é capaz de produzir.

Na versão dos aliados de WO, os termos do acordo seriam os seguintes: Bira estava de fato interessado em sair do PT, não por opção, mas por uma imposição das circunstâncias.

Quais seriam as circunstâncias?

Supostas interferências políticas da oligarquia Sarney no TCU (Tribunal de Contas da União) para torná-lo inelegível, por meio do processo que investiga atos administrativos de Bira quando superintendente da Delegacia Regional do Trabalho (DRT).

Bira, embora se exima de culpa na condenação do TCU, sabe que o trator dos adversários pode deixá-lo sem mandato e até cassar seus direitos políticos.

Diante dessa circunstância esdrúxula, o deputado teria dialogado com emissários de WO para combinar uma saída que lhe mantivesse o direito de candidatura em 2014.

E assim foi posto na carta (veja abaixo), anistiando Bira da perda do mandato, caso saísse do PT.

A segunda parte do capítulo é ainda mais interessante. Bira declarou sua preferência por filiação no PSB e informou, em reunião petista, que conversou com o presidenciável socialista Eduardo Campos, cuja mãe vem a ser conselheira do TCU.

Diante dessa nova versão, o blogue se coloca à disposição de Bira do Pindaré para esclarecimentos, caso queira.

Este blogue tem duas características fundamentais: a busca pela verdade e a honestidade com os leitores. Diante da nova versão, teria de colocá-la para que o desenrolar dos fatos seja de amplo conhecimento.  

Quem me acompanha sabe das minhas preferências ideológicas e da minha posição dentro do PT, de oposição à oligarquia Sarney.

Venho, ao longo dos últimos três anos, mantendo alinhamento ao campo Resistência Petista, formado por vários agrupamentos e tendências identificados com o que se costuma chamar de campo democrático-popular, do qual Bira do Pindaré faz parte.

A militância petista quer ouvi-lo sobre supostos acordos com WO.
A carta da discórdia: WO diz que Bira escreveu e Monteiro apenas assinou

terça-feira, 1 de outubro de 2013

JESUS HISTÓRICO: LIVRO “O CONTEXTO SOCIAL E ESPIRITUAL” SERÁ LANÇADO NA FEIRA DO LIVRO

O pesquisador e escritor português, Soham Jñana, estará na 7 ª FELIS - Feira do Livro em São Luís, no dia 4 de outubro, às 16h, no prédio de História da Universidade Estadual do Maranhão, para o lançamento do segundo volume, intitulado “O contexto social e espiritual”, que faz parte da obra de sete volumes – Jesus, a Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto.

Soham Jñana aborda o contexto da época de Jesus, com seus costumes, fé e tradições. Aqui vemos Jesus (Yeshua) judeu, com sua vivência, experiência e ensinamentos baseados naquilo que aprendeu na Torah, no Templo, na sinagoga, em seu lar e no dia a dia, convivendo com outros judeus.

Soham nos revela como Yeshua compreendia e vivia a Torah e a mudança que aconteceu com ele após ter recebido o seu Chamado, não deixando de cumprir a Lei, mas a transcendendo.

Para quem ama e admira Jesus, cristão ou não, ou mesmo aqueles que são apenas curiosos sobre esse homem, esse livro permitirá conhecer e compreender a forma de ser, pensar e viver desse grande rabino, pois Soham consegue nos fazer refletir e traz ensinamentos que não são dele, mas de Yeshua, o homem que viveu há quase dois mil anos, do qual tantos falam, mas poucos conhecem.

O CONTEXTO SOCIAL E ESPIRITUAL. Vol 2 de JESUS, A SEMENTE (SÉRIE JESUS, A TRILOGIA).
Autor: SOHAM Jñana

272 páginas. Preço: R$ 59,90

ISBN: 978-85-67352-00-8

Edições SOHAM, 2013.

O livro é vendido também na loja online, www.jesusatrilogia.com, com frete grátis para todo o país.