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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

PAPOÉTICO: LUIS LIMA LANÇA O LIVRO "ARRUMADOR DE PALAVRAS"

paPoÉtico - Lançamento do livro “Arrumador de Palavras”, de Luís Lima.
Dia 13 de setembro, às 19 horas
Local: Restaurante Cantinho da Estrela (rua do Giz, 175 – Praia Grande).
Poesia
Arrumador de Palavras será lançado no Papoético
Luís Lima tem 47anos e é maranhense, de São Luís. Na década de 80, na Bahia, vivenciou e aprendeu noções básicas de violão com o compositor João Só, seu tio, autor da clássica “Menina da ladeira”. Desde então a capital do Rio de Janeiro foi cenário para sua trajetória de composição e interpretação. Lá, participou de vários eventos culturais como o projeto da Prefeitura Municipal, “Carreata da Cultura”, do Grupo de poetas “Os Goleardos” que, juntamente com uma diversidade de artistas, propiciava poesia e música às comunidades das favelas da cidade.
            Em 1996, integrou o grupo “Caboclos”, na cidade de Santiago do Chile, apresentando seu repertório musical, além da MPB. Mais recentemente, no Maranhão, participou do Festival de Poesia da UFMA, e foi finalista do XVII Festival de Música Popular de Pinheiro, em 2005, com a música “A canção”.
            Gravou dois CDs: “Palavrando” (2007) e “Expresso de Letras” (2010), ambos com arranjos do maestro Henrique Duailibe. Recentemente participou da Mostra de Música “Onde Canta o Sabiá”, do SESC, MA. Está desenvolvendo projeto para construção de uma Casa de Cultura na Raposa, que congregará artistas e propiciará espaço de registro e difusão da cultura autêntica do Maranhão.
            Desde 2010 é colunista do site Sandra Cajado Arte & Cultura, além de manter um blog de poesias, o que gerou seu primeiro livro: “Arrumador de palavras”, que contou com a “arrumação de letras” (design) de Claus Alves da Silveira; e o “pé-de-orelha” do seu parceiro poeta-museólogo Mário Chagas.

O
 Projeto paPoÉtico existe desde novembro de 2010. Articulado pelo poeta, jornalista e pesquisador de cultura popular Paulo Melo Sousa, acontece semanalmente, às quintas-feiras, a partir das 19 horas, reunindo um grupo seleto de convidados, que se encontram para debater arte e cultura. ENTRADA FRANCA.

REITOR ELEITO NO IFMA TOMA POSSE


COMO CONSEGUIR MAIS SUCESSO ESCREVENDO MELHOR

O professor Marcos Fábio ensina os caminhos da boa escrita
Hoje em dia, a competência em redigir textos virou uma prioridade 
no mundo empresarial: todas as organizações exigem que seus funcionários se comuniquem por escrito com qualidade. E quem domina a boa redação consegue se destacar mais nas empresas.

Foi pensando em refletir sobre essa realidade que a Fecoimp organizou a palestra “Redação & Sucesso Profissional”, que acontece hoje (13.09), às 20h30min, na sala 3, no Centro de Convenções.

O evento é aberto a toda a comunidade e a entrada será 1 kg de alimento não perecível. A inscrição pode ser feita minutos antes da palestra.

“Nossa intenção é apresentar alguns aspectos que, se efetivados, deixam qualquer texto mais claro, objetivo  e muito mais eficaz”, assegura o ministrante, professor doutor Marcos Fábio Belo Matos. Ele é  docente do Curso de Jornalismo da Ufma e tem mais de 15 anos de experiência trabalhando com Redação e Língua Portuguesa para cursos de graduação e pós-graduação.

ESCOLA DA CIDADE OLÍMPICA SEGUE ABANDONADA

Alguns candidatos à Prefeitura de São Luís vêm colocando sistematicamente como programa de governo a implantação das escolas em tempo integral. 

O candidato do PT/Sarney, Washington Oliveira, o WO, fez um programa de TV especial sobre o Liceu Ribamarense, prometendo copiar a idéia para São Luis. 

WO disse até que já tem o apoio do ministro da Educação, Aluisio Mercadante (PT), para viabilizar suas promessas de campanha. Mas o e(leitor) inteligente sabe que o desleixo com a Educação não é exclusividade de Castelo. 

O abandono das escolas em São Luís tem pai (Castelo) e mãe (Roseana). A única escola de ensino médio da Cidade Olímpica, onde moram 115 mil pessoas, está abandonada. 

O prédio começou a ser construído no governo Jackson Lago (PDT). Roseana Sarney cassou Lago e a construção ficou pela metade. 

As instalações elétricas já foram roubadas. O telhado está caindo, o mato tomou conta da construção e Roseana não toma nenhuma providência. Os escombros estão servindo apenas para abrigo de traficantes e usuários de drogas. 

As lideranças comunitárias da Cidade Olímpica já fizeram diversas manifestações, protestos e reuniões para cobrar a conclusão da obra. 

Na condição de vice-governador, WO deveria dar exemplo, empenhando-se para que o Governo do Estado concluísse a obra. 

Mas não fez nada, apesar de tantas solicitações enviadas pelos moradores da Cidade Olímpica à Secretaria Estadual de Educação, onde o PT de WO tem vários tentáculos. 

Os estudantes da Cidade Olímpica que precisam cursar o ensino médio, têm de procurar outras escolas, se quiserem estudar. 

O prédio abandonado por Roseana e o vice-governador WO, com a conivência da Secretaria Estadual de Educação, só está servindo para abrigo de traficantes e usuários de drogas. 

Eles ficam lá, em tempo integral, enquanto o vice-governador passa 12 minutos fazendo promessas mirabolantes na televisão. 

VEJA O VÍDEO SOBRE A ESCOLA ABANDONADA

terça-feira, 11 de setembro de 2012

CÁRITAS REÚNE EXPERIÊNCIAS PRODUTIVAS DA "REDE MANDIOCA"

Intercâmbio sobre experiências produtivas reunirá mais de 200 pessoas de todo o país

Três regiões e diversas comunidades do Maranhão serão visitadas. Intercâmbio renderá documentário curta metragem sobre a Rede Mandioca e suas experiências.

O Maranhão sedia, a partir de amanhã (12), o Intercâmbio Nacional da Cáritas Brasileira. O objetivo é conhecer experiências produtivas, merecendo destaque a Rede Mandioca. Dele participarão agentes Cáritas de todo o país, técnicos e membros de grupos acompanhados filiados à Rede.

“Para nós é sempre bom receber pessoas que compartilham dos mesmos ideais, princípios e lutas através da ação libertadora da nossa rede”, dá boas vindas a Carta de Acolhida do Encontro, assinada pela Equipe Cáritas do Maranhão.

O Hotel Pousada Italiana, no Centro de São Luís, sediará dois painéis, uma plenária e um seminário, momentos formativos do evento, que terá visitas in loco a três regiões do Maranhão. O objetivo é conhecer realidades distintas de grupos filiados à Rede Mandioca e trocar experiências.

“É claro que teremos muito a dizer, a expectativa por esta atividade é grande, assim como também teremos muito para aprender com quem nos visita. Intercâmbio é justamente isso, essa troca de saberes”, afirmou o secretário executivo da Cáritas Brasileira Regional Maranhão Ricarte Almeida Santos, em uma reunião preparatória ao Intercâmbio.

Os municípios a serem visitados durante o intercâmbio são Codó, Lago da Pedra e Vargem Grande. No primeiro serão conhecidas as comunidades de São Benedito dos Colocados, Mirindiba e Passagem Grande; em Lago da Pedra a experiência emblemática do povoado Nova Unha de Gato, completamente reconstruído após cheias que arrasaram-no por completo em 2008; no último, visitas às comunidades Piqui da Rampa, Canto dos Bois e Riacho do Mel, além de reunião com a Coopervarg, de pequenos agricultores do município. Vargem Grande é o marco zero da Rede Mandioca.

Mais de 200 pessoas participarão do Intercâmbio, que se estende até o sábado (15) e gerará um documentário curta-metragem, com diversos aspectos do fazer cotidiano da Rede Mandioca, articulada no Maranhão pela Cáritas, com apoio do Banco do Nordeste.

http://ma.caritas.org.br/2012/09/11/intercambio-sobre-experiencias-produtivas-reunira-mais-de-200-pessoas-de-todo-pais/

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

BOI DE ORQUESTRA...OU ORQUESTRA DO BOI?

Rogério Chaves *

Fiquei impressionado com a criatividade dos organizadores e produtores musicais da programação cultural da Festa dos 400 anos de São Luís. Falo mais especificamente, do concerto “São Luís: 400 anos de ritmo”, que teve a participação da Orquestra Sinfônica Brasileira do Rio de Janeiro – OSB e de artistas maranhenses.

Nessa ocasião, a OSB apresentou um programa com “sotaque” exclusivamente maranhense, composições de Ubiratan Sousa, Turíbio Santos, entre outros, acompanhada por percussionistas e cantores locais. A exceção foi a peça de abertura, “Parabéns São Luís”, de autoria do maestro Mateus Araújo (RJ), mas que também, teve “inspiração” maranhense.

Um repertório desse gabarito é de impressionar e de encher de orgulho a nós, maranhenses, por ver “nossa música” sendo executada por uma das orquestras mais importantes do país.
Bem, seria isso mesmo que eu também sentiria se não fosse o fato de que o Maranhão não possui uma orquestra sinfônica. Explico.

Uma orquestra é a formação instrumental, por excelência, para democratizar a música dita universal, obras de compositores de vários lugares, épocas e estilos, que por seu valor histórico, artístico e cultural, tornaram-se um patrimônio universal, a que todos deveriam ter acesso. Entretanto, este é um direito, o qual vem sendo (e ouso dizer, por 400 anos!) sistematicamente negligenciado ao povo maranhense. Direto que é negado, não só pelo fato da inexistência de uma orquestra sinfônica no Maranhão, mas também pela “ditadura” da cultura popular como única expressão artística com validade real em nosso Estado.

O Povo Maranhense vive e faz música popular 365 dias por ano. A música folclórica do Bumba-meu-boi, do Tambor de Crioula, entre outros tipos maranhenses já ultrapassaram os limites espaço-temporais do Carnaval e do São João, acontecendo durante todo o ano e também, já gozam de reconhecimento nacional e até internacional. Por tudo isso, consolidou-se como uma expressão legítima e visceral da cultura maranhense, o que muito nos alegra. Mas será que este mesmo Povo não merece conhecer Vivaldi, Bach, Mozart, Beethoven, Schubert, Wagner, Tchaikovsky, Carlos Gomes, Villa-Lobos, Ernani Aguiar, Francisco Mignoni, (certamente, todos fazem parte do repertório da OSB), e mais Antônio Rayol, Elpídio Pereira, Pedro Growell entre outros, artistas igualmente legítimos e viscerais da cultura universal, que expressam/despertam as mais diversas emoções por meio da arte musical?

A música popular maranhense NÃO precisa da OSB para se projetar para o resto do mundo, coisa que os grupos e artistas locais já o fazem, e diga-se de passagem, muito melhor, com toda a sua criatividade e originalidade e a despeitos das adversidades. No entanto, o Povo Maranhense ainda precisa SIM da OSB para ter acesso ao patrimônio da música universal.

Trazer uma orquestra sinfônica para São Luís, para que ela se apresente, entre músicos, cantores e performances de dançarinos, é colocar a música sinfônica em segundo plano, pois todos havemos de concordar que nesse contexto, a orquestra foi apenas o suporte, o acompanhamento dos cantores, dos dançarinos e dos “nomes pseudomaranhenses” que estiveram no palco da Lagoa da Jansen, no dia 6 de setembro de 2012.

Por que será que a organização e os produtores da Festa, não solicitaram a Gilberto Gil, a Zezé de Camargo e Luciano, a Ivete Sangalo, a Alcione, a Zeca Pagodinho ou a Roberto Carlos que também fizessem os seus shows exclusivamente com músicas maranhenses?

No entanto, tal “concepção artística” sobrou para a OSB (atração que, como já dissemos, é a única porta-voz da música universal) e que, politicamente, aceitou tal incumbência, a pedido da organização e da produção da Festa dos 400 Anos e, obviamente, de seus patrocinadores oficiais.

Perdemos mais uma raríssima chance de ouvirmos obras, compositores, estilos musicais que fazem sim, parte de nossa cultura e que somente (e infelizmente!) poucos, aqui em São Luís, tem acesso.

Este desabafo não é, de maneira alguma, um ataque à música, ou à OSB, ou aos artistas locais que participaram do concerto. Mas, um ATO DE REPÚDIO às circunstâncias e às instâncias que tal programa foi concebido. E isso inclui, uma não representatividade legítima de artistas, profissionais e instituições que efetivamente trabalham com música e que sabem o valor da música universal para a formação de qualquer ser humano.

Completamos 400 anos. 400 anos de muitas alegrias e conquistas. Mas também, de tristezas, de descasos, como a que observamos nesta oportunidade em que o Povo Maranhense continua a ser subestimado, onde os nossos líderes ainda impõem as ordens, ditam e rasgam regras, concedem privilégios particulares e execram direitos coletivos.

Contagiado pela euforia deste momento festivo, mas também, envolvido por um sentimento de pesar, é que lhe desejo.

PARABÉNS, SÃO LUÍS!

* Rogério Chaves é músico violoncelista.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

MARLON BOTÃO NOTIFICA A PREFEITURA DE SÃO LUÍS SOBRE AS OBRAS DO VLT

Marlon Botão cobra transparência nas obras do VLT

O candidato a vereador Marlon Botão (PT) protocoliza hoje 5, à tarde, na Prefeitura de São Luís, uma notificação extra-judicical solicitando informações do poder público municipal sobre a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), cujas obras foram iniciadas no Aterro do Bacanga.

A notificação questiona a Prefeitura sobre a existência de processo licitatório na execução da obra do VLT, bem como o valor, o prazo para conclusão e o nome da empresa contratada para a execução do serviço.

“O VLT vem sendo apresentado na propaganda eleitoral do prefeito João Castelo (PSDB) sem que a população tenha conhecimento do valor gasto e de outras informações essenciais de interesse público”, observa Marlon Botão. Para o candidato a vereador, os princípios da publicidade e da transparência estão negados nas obras do VLT.

“Não somos contra as iniciativas que visem a melhorar o sistema de transporte em São Luís. Defendemos ações concretas sobre a mobilidade urbana, mas não podemos ficar passivos diante de uma obra que não tem sequer uma placa identificando o valor gasto. Isso é dinheiro público e tem de haver transparência na execução da obra”, cobrou o candidato Marlon Botão.

O autor da notificação questiona ainda a falta de publicidade do projeto de engenharia da obra do VLT. As obras até agora começam e terminam no Aterro do Bacanga. Não há também divulgação de qualquer estudo de impacto ambiental ou adequação ao Plano Diretor de São Luís.

Antecedentes - O anúncio das obras do VLT já havia sido questionado pelo candidato a vereador Nelsinho Brito (PT), em julho, através de uma representação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) contra possível conduta vedada da candidatura a reeleição do prefeito João Castelo.

“Quero parabenizar o companheiro Nelsinho pela primeira iniciativa e solidarizo-me com ele nessa luta em defesa da transparência nos gastos públicos”, destacou Marlon Botão.