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sábado, 12 de abril de 2014

RESISTÊNCIA PETISTA COM FLAVIO DINO, ESPERA APOIO DE LULA E DILMA NO MARANHÃO

O campo Resistência Petista, formado por várias tendências não alinhadas à oligarquia Sarney, realiza um encontro neste domingo para manifestar o apoio à candidatura de Flávio Dino (PCdoB) ao governo do Maranhão.

"Somente um governo estadual comprometido com as mudanças pode ajudar a presidenta Dilma a fazer as reformas que o Brasil precisa e o povo pede", diz a convocatória do encontro, sinalizando a candidatura de Flavio Dino como a melhor alinhada ao governo federal.

Em Brasília, o PCdoB nacional dialoga com a cúpula do PT para viabilizar o apoio a Dino e o descarte de Sarney.

No Maranhão, a outra ala do PT, liderada pelo ex-governador Washington Oliveira (WO), ficou mais tonta depois da avalanche que arrastou Luis Fernando Silva (PMDB), o ex-candidato da governadora Roseana Sarney.

O PT sarneísta sonhava com a indicação do vice na chapa do PMDB, mas o projeto desmoronou e já se fala até em candidatura própria, na verdade um laranja para atuar como linha auxiliar do Palácio dos Leões.

Esta banda do PT, submissa a Lula e a Sarney, tem maioria no partido, controla o cartório dos diretórios e os delegados que decidirão a tática eleitoral.

O maior trunfo do PT sarneísta é o negócio do tempo de propaganda eleitoral, moeda forte nas negociações e na formação de aliança.

Minoria no partido, a Resistência Petista tem a coerência, os militantes históricos e um amor não correspondido por Lula e Dilma.

Quanto mais corteja o ex-presidente e a atual chefe do Planalto, mais a Resistência Petista é desprezada pela cúpula do partido, que prefere o amigo José Sarney (PMDB).

O amor não correspondido será colocado à prova novamente neste domingo, quando a Resistência vai fazer a milésima declaração de fidelidade ao lulismo, enquanto em Brasília a cúpula do PT abraça a desgraça do Maranhão.

Veja o texto-convocatória da Resistência Petista para o encontro:

O Brasil mudou com os governos de Lula e Dilma, mas o Maranhão continua preso ao sistema oligárquico, que compromete a qualidade de vida dos maranhenses.

O Maranhão, como há cinquenta anos, ostenta alguns dos piores indicadores sociais do Brasil, em educação, saúde, saneamento básico e outros.

Para acompanhar o Brasil, o Maranhão precisa mudar. E, pra mudar o Maranhão é preciso mudar a política do Maranhão, o governo do Maranhão.

O Brasil mudou, mas é preciso fazer mais. É preciso, como pede o povo brasileiro, fazer as reformas estruturais e consolidar as mudanças dos últimos anos.

Para fazer as mudanças que o Brasil necessita, o governo da presidenta Dilma precisa contar com aliados comprometidos com as reformas estruturais.

Somente um governo comprometido com as mudanças pode impulsionar um programa de desenvolvimento que melhore os indicadores sociais.

Para que isto aconteça, precisamos reforçar o campo democrático e popular, ganhar as eleições estaduais e mudar a política do Estado do Maranhão.

Com esse propósito, convocamos todos os petistas, que apoiam Flávio e Dilma, para um encontro estadual, dia 13, em São Luís, na sede do Boi Pirilampo, Av. 10 – Cohab, a partir das 9h.

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