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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

DJALMA LÚCIO LEVA ROCK ALTERNATIVO AO BAR BARULHINHO BOM


DJALMA LÚCIO: rock alternativo [autoral] – pra quem gosta de Caetano Veloso, The Strokes e Sonic Youth.

Nesta quinta-feira, 11, o Bar Barulhinho Bom recebe pela primeira vez o show “Conforme prometi no Réveillon”, do compositor maranhense Djalma Lúcio, acompanhado de Rodrigo Smith (guitarra), Sandoval Filho (baixo) e Thierry Castelli (bateria). A cantora Acsa Serafim fará a abertura.

BIO: Djalma Lúcio nasceu e vive em São Luís (MA). Entre 2000 e 2004, fez parte da banda pop Catarina Mina, apresentando-se no circuito local e em festivais por todo o Brasil. Em 2010, lançou “Conforme prometi no réveillon” seu primeiro EP (álbum curto), com quatro faixas. Em 2011, levou a banda que o acompanha ao Festival Casarão (Porto Velho, RO). Em agosto deste ano fez a abertura do show de Tulipa Ruiz, no Teatro Arthur Azevedo.

NOVIDADES

O som pop de Djalma Lúcio, nos últimos meses, ganhou pegada mais rock com a chegada do guitarrista Rodrigo Smith, integrante da banda Farol Vermelho. “Ele trouxe pra banda uma atmosfera que lembra, em várias músicas, a do Álbum Branco dos Beatles. Não quero soar empolgado demais, mas os novos arranjos com duas guitarras têm me deixado muito satisfeito.”

No set list entram as músicas “Infiel”, “Não quero dançar” e “Bar Central”, do primeiro EP solo de Djalma Lúcio, “Conforme prometi no Réveillon”, além de Haicai (hit local de sua antiga banda, Catarina Mina) e músicas que vêm sendo construídas nos últimos ensaios, como “Inimigo”, “Dando Voltas” e “Nhenhenhém”.

SERVIÇO

Show: Djalma Lúcio

Abertura: Acsa Serafim

Bar Barulhinho Bom [Rua do Maçarico,Lagoa da Jansen, próximo ao Sushi Bar]
11 de outubro (quinta-feira), 21h
Couvert: R$15

Informações: Satchmo Produções (98) 9618 6643 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

FUNDAÇÃO JPA FAZ A TERCEIRA CAMINHADA PELA PAZ NA ÁREA DA CIDADE OLÍMPICA

A Fundação Justiça e Paz se Abraçarão – JPA realizará no dia 12 de outubro a 3ª Caminhada pela paz, em comemoração ao seu 5º aniversário e convida todos a se fazerem presente.

A Fundação JPA foi criada em 12 de outubro de 2007, sediada no bairro da Cidade Olímpica, um dos maiores conglomerados humanos de São Luis, com cerca de 90 mil moradores, segundo dados colhidos por várias entidades que atuam na área: Associação dos Moradores, Plan Internacional, Grupo de Apoio às Comunidades Carentes (GACC) e IBGE.

Dirigida por moradores da comunidade e por padres italianos da Diocese de Verona, atuando na Arquidiocese de São Luís, a fundação conta ainda com o apoio de famílias missionárias da Europa, em algumas atividades da JPA.

A JPA nasceu de uma série de ações da Paróquia Santíssima Trindade, diante da ausência de políticas públicas e da intervenção efetiva da Prefeitura de São Luís e do Governo do Estado na urbanização do bairro.

Por iniciativa da paróquia, ações sociais e educacionais começaram a ser implantadas. Visando atender às necessidades urgentes das comunidades, sem a perspectiva assistencialista, mas visando um processo de empoderamento dos leigos através da catequese e da construção de consciência crítica.

A JPA tem a missão de promover qualidade de vida às pessoas carentes e excluídas por meio de ações educativas e sustentáveis. Atuando na área educacional, esportiva e cultural, capacitação profissional e ação social.

Os indicadores socioeconômicos da Cidade Olímpica ainda são precários. Segundo estimativas da Fundação Justiça e Paz de Abraçarão, com base em levantamentos coletados por várias instituições, existem cerca de 10 mil jovens no conglomerado, sendo que não há nenhuma escola do Ensino Médio e Política voltada para esse recorte etário.

Em alguns cursos oferecidos para jovens, a dificuldade de leitura de textos torna-se um entrave à maioria das atividades de capacitação. O baixo rendimento escolar e a situação de vulnerabilidade e violência juvenil contribuem de maneira considerável para o afastamento ou sub aproveitamento da juventude em práticas de construção da cidadania.

A atuação da paróquia e da fundação JPA com o apoio dos parceiros no cotidiano do bairro, observando e denunciando a realidade socioeconômica já rendeu frutos, a exemplo de uma Ação Civil Publica com a designação de um promotor para cobrar do Poder Público medidas sobre a mortalidade infantil.

Os moradores da Cidade Olímpica procuram a JPA em busca de oportunidades. Veem na organização um ponto de apoio para qualificação profissional, educação, cidadania, aconselhamento religioso e valorização da comunidade.

O bairro Cidade Olímpica, de acordo com os últimos dados do Governo do Estado e do Mapa da Violência do Ministério da Saúde, é visto como um dos bairros mais violentos da capital, sendo foco de tráfico e uso de drogas e assassinato, a JPA quer mudar essa imagem e sozinha não é possível, é necessário a participação e luta de todos os moradores. Portanto, a 3ª Caminhada pela paz no dia 12 de outubro não é somente uma caminhada de comemoração ao seu 5º aniversario, é uma atitude e um grito de reivindicação pelos direitos de sua sociedade que sonha com a paz e com a Civilização do Amor.

Início: Às 15:30 (com santa missa)
Saída: 16: 30 (inicio da caminhada)
Local: Igreja católica do Residencial Nestor na comunidade Menino Jesus.
No encerramento teremos sorteio de brinquedos, bandas e o bazar de artesanato.

AGRADECEMOS DESDE JÁ A SUA PRESENÇA: Venha Conosco Construir a Paz!
Fundação Justiça e Paz se Abraçarão
Informações: 3257.9120 // 8866.2250 (Rozilda Aguiar – Representante da ASCOM)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A NEUTRALIDADE TUCANA DO PT SARNEÍSTA

Tudo em casa no acordo dos coronéis: o PT de Sarney é Castelo.
Nem o mais ingênuo palpiteiro de política, no bar da esquina, acredita nessa “neutralidade” do PT sarneísta no segundo turno da eleição para a Prefeitura de São Luís.

Tentando jogar fumaça na conjuntura, o presidente do Diretório Municipal do PT, Fernando Silva, soltou uma frase de efeito sobre a posição do partido no segundo turno: “Para nós, um (Castelo) representa o atraso; o outro (Edivaldo Junior), não representa a verdadeira mudança.”

No PT tem todo tipo de gente, mas não há ingênuos. Até as pedras de cantaria do Centro Histórico sabem que os sarneístas vão jogar no time de João Castelo (PSDB) no segundo turno.

O PT submisso aos interesses da oligarquia Sarney será uma peça fundamental nos interesses dos tucanos contra Edivaldo Holanda Junior (PTC).

A conclusão é óbvia: se Edivaldo perde, a derrota é de Flavio Dino (PCdoB), dificultando a candidatura do comunista para a guerra maior do Governo do Estado, em 2014.

FRENTE LIBERAL
"É uma honra", disse WO quando fechou a aliança com o ex-PFL
Se o PT fez aliança com o DEM, que participou da coligação de Washington Oliveira (WO), por que não faria com os tucanos?

Quando selou o acordo com os demistas, agora em 2012, WO declarou: “é uma honra” ter o apoio do ex-PFL. Era a consagração do PT da Frente Liberal em São Luís.

A aliança PT + PSDB no segundo turno será dissimulada. Os petistas de Sarney podem até fazer um jogo de cena, colocando o derrotado WO para declarar apoio a Holanda Junior, dando-lhe um abraço de afogado.

Nesse cenário, o PT confunde o eleitorado, tentando carimbar Holanda Junior como “o candidato de Sarney” e João Castelo vir a ser “oposição” à oligarquia.

O outro cenário é a nuvem de neutralidade. WO não declara apoio a Holanda, mas o PT opera nos bastidores, com o apoio integral do governo Roseana Sarney (PMDB) para derrotar Flavio Dino/Holanda Junior.

Se prestar mais esse serviço sujo, o PT novamente estará credenciado para formar a chapa com os peemedebistas Edison Lobão ou Luís Fernando Silva na eleição de 2014.

José Sarney (PMDB) e João Castelo (PSDB) são compadres e se entendem. Estarão juntos para derrotar Flavio Dino. O apoio do PT a Castelo em 2012 é fundamental na grande guerra de 2014.

Sem votos e sem escrúpulos, não custa nada a WO juntar o PT ao PSDB em São Luís, pendurando uma estrela no bico do tucano. Uma boa alegoria de São João. Nem o Boi Barrica faria melhor.

CASTELO VAI FICANDO PARA TRÁS

Os números do primeiro turno da eleição em São Luís demonstram que a população da capital deu as costas para o prefeito João Castelo (PSDB). O eleitor do tucano, que costumava estufar o peito, estava envergonhado.

Na véspera da eleição o Ibope apontava Castelo com 36% dos votos válidos contra 31% de Edivaldo Holanda Junior (PTC). Mas o sentimento das ruas, com o eleitor de Castelo encolhido, era de virada.

Quando as urnas abriram Holanda Junior surgiu com 36,44% e Castelo 30,60% de votos válidos.

O clima de virada tomou conta da população ainda no primeiro turno, fruto da rejeição da cidade à gestão desastrada do prefeito.

A derrota de Castelo é fruto do abandono da cidade, do lixo, dos buracos, das crianças sem aula no primeiro semestre e da arrogância do prefeito.

Se o tucano for derrotado, como prevêem os indicativos, será um fato raro na história eleitoral de São Luís nos últimos 20 anos, quando a reeleição é a regra ou o candidato indicado pelo prefeito entra na disputa com vantagem.

Castelo, no auge da arrogância, sequer foi capaz de agregar os partidos aliados na sua coligação. Perdeu o PDT, o PSB e o PPS. Só conseguiu montar uma chapa com o vice do próprio PSDB – Neto Evangelista.

Sem base partidária, rejeitado pela cidade, olhando no espelho uma gestão caótica, Castelo é como aqueles verbos conjugados no passado. Representa o tempo atrasado da política.

domingo, 7 de outubro de 2012

ESCLARECIMENTO SOBRE BOATO DE PRISÃO ENVOLVENDO MEU NOME

Caros(as) amigos(as),

Ao meio dia deste domingo 7 recebi um telefonema de um amigo preocupado com a minha integridade.

O amigo informava que eu fui citado no twitter do blogueiro Neto Ferreira, afirmando que eu estava preso na Polícia Federal por envolvimento em compra de votos na Cidade Operária.

Imediatamente fui ao twitter de Neto Ferreira e chequei a postagem dele, na íntegra: “Jornalista EdWilson e mais 3 pessoas foram presas acusados de compra de votos”

A “informação” de Neto Ferreira NÃO PROCEDE. É um ABSURDO. Uma AGRESSÃO sem tamanho à minha pessoa.

Sequer estive na Cidade Operária hoje. Não tenho qualquer ligação com políticos envolvidos em práticas espúrias de compra de voto.

Sou militante de esquerda desde os 17 anos (estou com 45) e nunca me envolvi com práticas corruptas, ainda mais em período eleitoral.

Quem acompanha meu blogue sabe das minhas posições ideológicas, dos meus compromissos com a democracia e a cidadania.

O blogueiro Neto Ferreira cometeu um ERRO GRAVE, não sei por quais motivações.

Estive hoje na Polícia Federal, ao final da tarde, e acompanhei a entrevista coletiva com os delegados Gustavo Paulo Leite de Sousa e Rodrigo Corrêa.

Durante a coletiva o delegado Gustavo Sousa disse em alto e bom som que NÃO EXISTE QUALQUER REGISTRO NA PF DE JORNALISTA CONDUZIDO (PRESO) NO EPISÓDIO DA CIDADE OPERÁRIA.

Feito o esclarecimento, fico na paz e com a consciência tranqüila para dormir mais uma noite a acordar de cabeça erguida. E vou tomar providências jurídicas sobre o episódio.

sábado, 6 de outubro de 2012

COMO FAZER UM PROGRAMA ELEITORAL

PEQUENOS PARTIDOS GANHAM COMPETITIVIDADE NAS CAPITAIS

FERNANDO RODRIGUES

Há hoje um cenário que pode resultar num fracionamento partidário inédito nas disputas por prefeituras das 26 capitais brasileiras: segundo as pesquisas mais recentes, 16 partidos têm candidatos competitivos e podem sair vencedores nessas eleições.

Em 2008, nesta mesma época, só 11 partidos estavam com candidatos bem posicionados nas eleições de prefeitos em capitais. Ao final, dez agremiações acabaram vencendo nessas cidades --o que já representou a maior dispersão partidária desde o fim da ditadura militar nos anos 80.

Agora, quando se olha a lista de candidatos que estão no páreo, enxergam-se vários casos de representantes de partidos nanicos. O mais evidente é o PRB (Partido Republicano Brasileiro) de Celso Russomanno em São Paulo.

Mas há Ratinho Júnior, do PSC (Partido Social Cristão), à frente em Curitiba. Edmilson Rodrigues, do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), em Belém. César Souza Jr., do PSD (Partido Social Democrático), em Florianópolis.

O mais provável é que muitos candidatos de siglas nanicas --ou novatas, como o PSD-- acabem tendo dificuldades e não saiam vencedores. Mas o fato de terem chegado à reta final é um sinal de que um universo partidário mais horizontal está se cristalizando no país.

No final dos anos 90 houve uma tendência oposta, pois o Congresso havia aprovado uma lei que restringia a atuação de partidos com desempenho ruim nas eleições para deputado federal --era a chamada cláusula de desempenho ou barreira. Mas o Supremo Tribunal Federal derrubou o dispositivo em 2006. A partir daí, o número de siglas passou a aumentar.

O Brasil tem hoje 30 partidos políticos. O que causou maior impacto foi o PSD, idealizado pelo prefeito paulistano, Gilberto Kassab. Ao ser criado também construiu uma tese vitoriosa na Justiça: deputados, senadores, prefeitos ou outros políticos eleitos podem se filiar a uma nova agremiação, manter o mandato e levar para a nova legenda seus votos --isto é, o tempo de TV e rádio e o dinheiro do Fundo Partidário.

No quadro das capitais, entretanto, os partidos tradicionais são ainda preponderantes no ranking de candidatos competitivos. O PSDB tem 11 nomes com possibilidade de vencer em capitais. O PT vem em segundo com 10 nomes. Depois aparecem PSB (6), PMDB (6), PDT (5) e DEM (3).