Compartilhe

terça-feira, 29 de junho de 2010

LIDERANÇAS DA CNB REAFIRMAM APOIO A FLÁVIO DINO


Petistas da tendência Construindo um Novo Brasil (CNB) vão participar da convenção do PC do B, nesta quarta-feira, às 16 horas, na Assembléia Legislativa, para reiterar o apoio à candidatura do deputado Flavio Dino ao Governo do Maranhão e Dilma Roussef presidenta do Brasil.

Os presidentes da CUT e da Fetaema, Nivaldo Araújo e Chico Sales, assinaram o manifesto da CNB favorável à candidatura de Flavio Dino e já confirmaram participação na convenção comunista.

Diversas lideranças da CNB de São Luís e de várias regiões do estado reforçam a candidatura do campo democrático-popular, agregando apoios em diversos movimentos sociais e instituições no Maranhão.

Vereadores, sindicalistas, professores universitários, profissionais liberais e dirigentes da CNB em vários municípios maranhenses discordam da intervenção do Diretório Nacional que obrigou o PT maranhense a coligar com o PMDB de Roseana Sarney.

Somente a porção minoritária da CNB, liderada pelo ex-deputado Washington Oliveira, optou pela candidatura de Roseana.

“Grande parte do nosso agrupamento está com Flavio Dino (PC do B) pela afinidade entre os partidos do campo democrático-popular e pela identidade com os movimentos sociais”, assegurou Marlon Botão, dirigente do PT de São Luís.

A CNB pró-Dino fez dois encontros de mobilização e divulgou um manifesto apontando apoio ao candidato comunista e à presidenciável Dilma Roussef.

O coletivo da CNB que apóia Flavio Dino é composto por:

Chico Sales, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetaema)

Nivaldo Araújo, presidente da CUT

Eduardo Pinto, presidente do Sindicato dos Ferroviários (STEFEM)

Deutz Cavalcante, vereador do PT de Santa Inês

Marcos Vandaí, dirigente da CUT

Marla Silveira, setorial de Cultura do PT

Marlon Botão, dirigente do PT de São Luís

Marlon Henrique, servidor público federal e delegado de base do SINDSEP

Ed Wilson Araújo, diretor do SINDSEP

Manoel Lages, diretor do SINDSEP

Novarck Oliveira, diretor do Sindicato dos Ferroviários (STEFEM)

Moacir Filho, diretor do Sindicato dos Comerciários e da CUT

Luís Domingos, diretor do Sindicato dos Comerciários

Lucio Azevedo, diretor do Sindicato dos Ferroviários (STEFEM)

Guilherme Zagallo, advogado e conselheiro da OAB

Wennys Carlos, PT de Vargem Grande

Jeová Sousa, presidente do PT de Vargem Grande

Bilú, PT de Santa Luzia

Manoel Lages, diretor do SINDSEP

Ricardo Gonçalves, PT de Pedreiras

Edmilson Silva, suplente de vereador em Coroatá

Roberto Brandão, professor do Instituto Federal (IFMA)

Odívio, PT de São João dos Patos

Foto: Jorge Ribeiro

Um comentário:

Ricardo disse...

Em nome da audácia da esperança!
As manobras de marketing político utilizadas pela forma de ofício político tradicional utilizadas por Roseana e os seus são frutos do quadro crítico de crise de representação política que nós encontramos há tempos na democracia brasileira, visto que estes se colocam como único caminho, último biscoito do pacote, a última eleição, a única alternativa, o salvador do grupo, individualismo contemporâneo onde se liquefazem os valores ideológicos e políticos tudo num pacote só de projeto individualista.
As evidências são constrastantes, trata-se de uma total crise de representação política que se difunde aqui no Estado entre o executivo, o legislativo, o judiciário e extravassa pela mídia atingindo outras instituições públicas e privadas.
Contudo, o quadro de crise de representação política dá sinais de falência desde o pleito eleitoral de 2006, quando grande parte do cenário político no Norte e Nordeste foi modificado, de modo que no Maranhão não foi diferente.
Contudo, manobras sorrateiras típicas de quadros que não sabem lidar com a democracia representativa, porque se prepararam com a concessão de tvs, rádios e jornais para permanecer no poder em busca de 15 minutos de fama ou nesta permanecer eternamente, atuam na constituição de valores que não são os seus.
Todavia, tais manobras não sabem lidar com a explosão dos mass media da década de 90 e que hoje os afligem, ora pelo paradoxo em tentar silenciar a opinião pública e a mídia independente, ora por utilizar-se da imprensa marrom para ficar em evidência.
A disseminação das péssimas avaliações sobre a forma do político, do ofício político tradicional é incontrolável, irresistível e irreversível, visto que inviabiliza com vigor a permanência desses sujeitos em crise no poder, pelo menos no Norte e Nordeste, onde ventos de preferência pela mudança vem se fortalecendo nos últimos anos.
No Maranhão, vislumbra-se uma eleição entre os males da democracia brasileira - do individualismo, da liquefação dos valores ideológicos e políticos - contra a retomada e fortalecimento da busca da política como possibilidade de outro futuro.
Reafirmo, o ofício político tradicional expressos por indivíduos como Sarney, Roseana e sua trupe, João Castelo e acastelados, Jackson Lago e seus alagados, tem o prazo de validade há tempos vencido.
Por isso, em verdade a verdade vos digo, o nascimento de uma nova cultura política está em curso de materialização, onde no momento o projeto das forças progressistas lideradas por Flávio Dino são a mais pura expressão dessas evidências.
Nós somos os senhores de nossos destinos!
Nós somos os capitães de nossas almas!
Nós somos os donos de nossos votos!
Em nome da audácia da esperança!
Flávio Dino Governador do Maranhão 2010!
Ricardo André
Mestre em Gestão Desportiva pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto-Portugal.