Veja a íntegra da carta:
O Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos “Carmen Bascaran”, a Paróquia Santa Luzia de Açailândia e a rede Justiça nos Trilhos vêm expressar, através dessa carta aberta, sua extrema preocupação a respeito do clima de tensão e conflito social que está crescendo no município, especialmente pelo que se refere à demora na resolução definitiva das reivindicações da comunidade de Piquiá de Baixo.

Sabe-se que a luta dessa comunidade para fugir da poluição demora há muitos anos. Depois de muitas manifestações de protesto e denúncias, começou um processo de negociação entre as partes responsáveis pelas violações de direitos humanos sofridas no bairro Piquiá de Baixo, a saber: empresas siderúrgicas instaladas em Açailândia, empresa Vale S.A., Prefeitura Municipal de Açailândia e Governo do Estado do Maranhão.
Esse processo tem avançado lentamente, conseguindo algumas vitórias que porém ainda são incompletas. A comunidade de Piquiá de Baixo reivindica com vigor a regularização definitiva da desapropriação do terreno para o reassentamento, bem como a aprovação por parte da Prefeitura de Açailândia do projeto urbanístico e arquitetônico apresentado dois meses atrás.
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